Confesso que fiquei curiosíssimo com o que se iria desenrolar na reunião de gestores e empresários agendada para o Convento do Beato.
De tal forma, que encomendei de véspera todos os jornais que iriam sair no dia a seguir a tão importante evento. E o sr. Fagundes, o dono da tasca onde me abasteço dos diários, num gesto de apreço por um cliente habitual, ainda me presentiou com todos os destacáveis e ofertas a preços baixos que aqueles jornais apresentaram. Paguei uma boa maquia, mas o gesto do homem tinha de ser reconhecido.
Qual o meu espanto quando, ao ler todos os artigos que efusivamente publicitavam o que se tinha passado, não vislumbrei nenhum dos gestores e empresários que fazem este país andar.
Preocupado, e na dúvida que me assaltava, decidi tentar saber se de facto os grandes gestores e empresários tinham faltado a tal iniciativa.
Primeiro telefonei para Bragança, e no contacto com a menina Doraty, fiquei esclarecido que o mais importante empresário daquela região e dono de mais de 80% das casas de alterne e passe da península ibérica, não tinha estado na dita reunião. Após insistência minha, consegui apurar que este famoso empresário de sucesso estava a tratar de negócios na Colômbia, mas tinha enviado um seu acessor à tal reunião, não só como seu porta-voz mas também com parte do texto que foi aprovado.
Depois telefonei para o Dr. Cunha, secretário particular do maior e mais influente empresário português do ramo petrolífero, que me confirmou a ausência de tão importante personalidade, mas garantiu que em sua representação estiveram presentes alguns prestigiados colaboradores, indicando-me para ver o telejornal da SIC onde um dos seus representantes presentes, o sr. Mexia, iria ser entrevistado.
Continuando as pesquisas, contactei com o vice-presidente da associação dos industriais de vestuário e calçado do norte que me garantiu a presença de vários acessores do mais importante empresário desta área que, por razões de não saber falar português nem viver no país, não poderia estar presente. Pelo menos não seria de boa política fazê-lo. Compreendi e considerei sensato.
Por fim, desloquei-me de propósito ao Algarve e fui bater à porta da mansão do dono da “Gallery&Horst”, empresa de import/export que é a fachada do maior negócio de armas e droga deste Portugal. Após várias tentativas para entrar, apenas consegui falar pelo videofone com uma secretária executiva que me informou que o seu patrão não perdia o seu tempo em reuniões da treta, mas tinha tido o cuidado de rever o texto da missiva a entregar ao governo, tendo inclusive feito algumas alterações pertinentes.
Desta forma, fiquei mais aliviado e com a certeza que o Compro Isso Portugal vai ser uma realidade.
Em boa hora tal iniciativa acontece, pois ajudas destas são sempre úteis ao país, mais ainda quando o governo anda tão devagar a dar cabo desta merda!
domingo, fevereiro 15, 2004
sexta-feira, fevereiro 13, 2004
Ainda a propósito da Noruega
Ainda a propósito da Noruega e sem pôr em causa a ideia defendida no artigo anterior, há que colocar os pontos nos iis para não caírmos, como é usual, na teoria dos paraísos “lá de fora”.
A Noruega deve a sua prosperidade e o seu bem estar ao petróleo descoberto no Mar do Norte há uns anos atrás. E colocou os proventos desta riqueza ao serviço do bem comum, ao contrário do que fazem alguns países árabes. É sabido que os países da Escandinávia eram, no ínicio do século XX os mais pobres da Europa, e que mesmo sem usufruir de riquezas naturais tão importantes como o petróleo souberam, por outras razões, dar a volta à adversidade. O clima frio, a inteligência dos governantes, a vontade popular,deram a volta ao texto. Mas…
Voltemos à Noruega. Até há dois anos atrás as infraestruturas de saúde e educação (hospitais, escolas) estavam muito degradadas. Parece que só agora os começaram a modernizar.
A Noruega é um país muito extenso e com pouca população. Para que quereriam eles uma auto-estrada de Oslo até ao círculo polar? Para fazerem patinagem no gelo? E mais: se o limite de velocidade nas estradas e auto-estradas é de 90Km/h, para que querem eles quilómetros e quilómetros de auto-estrada?
Sobre os grandes eventos internacionais, tais como Expo´s ou Europeus de futebol, é comum aos países nórdicos deixarem estas organizações para outros. A razão não terá a ver com prioridades, mas sim com a devassa das suas florestas, dos fiordes, das cidades, por gentes de outros países, pouco respeitadoras da natureza e meio ambiente e oriundos principalmente do sul da Europa. A questão é discutível, mas eles jogam o seu prestígio internacional na mediação de conflitos, ou no apoio a povos oprimidos, e não necessitam de acontecimentos de fachada que os povos do sul tanto gostam. Além disso, conviver de perto com estes povos não é muito saudável, na óptica deles. Estou a falar de racismo, embora muito bem disfarçado.
É claro que neste momento a Noruega é o país mais desenvolvido da Escandinávia, ocupando o lugar da Suécia e da Dinamarca que já vêm a sua Segurança Social e a sua Educação ameaçadas pela onda neo-liberal importada da amérdica. É certo que os noruegueses são muito bem pagos, talvez sejam o povo mais bem pago do mundo, mas também têm o custo de vida mais caro e seria interessante analisar porquê. De qualquer modo, quem nos dera a nós, portugas de merda, usufruir de 50% do bem estar doa actuais noruegueses.
A Noruega deve a sua prosperidade e o seu bem estar ao petróleo descoberto no Mar do Norte há uns anos atrás. E colocou os proventos desta riqueza ao serviço do bem comum, ao contrário do que fazem alguns países árabes. É sabido que os países da Escandinávia eram, no ínicio do século XX os mais pobres da Europa, e que mesmo sem usufruir de riquezas naturais tão importantes como o petróleo souberam, por outras razões, dar a volta à adversidade. O clima frio, a inteligência dos governantes, a vontade popular,deram a volta ao texto. Mas…
Voltemos à Noruega. Até há dois anos atrás as infraestruturas de saúde e educação (hospitais, escolas) estavam muito degradadas. Parece que só agora os começaram a modernizar.
A Noruega é um país muito extenso e com pouca população. Para que quereriam eles uma auto-estrada de Oslo até ao círculo polar? Para fazerem patinagem no gelo? E mais: se o limite de velocidade nas estradas e auto-estradas é de 90Km/h, para que querem eles quilómetros e quilómetros de auto-estrada?
Sobre os grandes eventos internacionais, tais como Expo´s ou Europeus de futebol, é comum aos países nórdicos deixarem estas organizações para outros. A razão não terá a ver com prioridades, mas sim com a devassa das suas florestas, dos fiordes, das cidades, por gentes de outros países, pouco respeitadoras da natureza e meio ambiente e oriundos principalmente do sul da Europa. A questão é discutível, mas eles jogam o seu prestígio internacional na mediação de conflitos, ou no apoio a povos oprimidos, e não necessitam de acontecimentos de fachada que os povos do sul tanto gostam. Além disso, conviver de perto com estes povos não é muito saudável, na óptica deles. Estou a falar de racismo, embora muito bem disfarçado.
É claro que neste momento a Noruega é o país mais desenvolvido da Escandinávia, ocupando o lugar da Suécia e da Dinamarca que já vêm a sua Segurança Social e a sua Educação ameaçadas pela onda neo-liberal importada da amérdica. É certo que os noruegueses são muito bem pagos, talvez sejam o povo mais bem pago do mundo, mas também têm o custo de vida mais caro e seria interessante analisar porquê. De qualquer modo, quem nos dera a nós, portugas de merda, usufruir de 50% do bem estar doa actuais noruegueses.
quinta-feira, fevereiro 12, 2004
Diz compro isso
Mandaram-me isto. Como já lá fui (em trabalho) sei que algumas das coisas aqui ditas são verdadeiras. (só alterei o ultimo parágrafo)
Na Noruega, o horário de trabalho começa cedo (às 8 horas) e acaba cedo (às 15.30).
As mães e os pais noruegueses têm uma parte significativa dos seus dias para serem pais, para proporcionar aos filhos algo mais do que um serão de televisão ou videojogos.
Têm um ano de licença de maternidade e nunca ouviram falar de despedimentos por gravidez.
A riqueza que produzem nos seus trabalhos garante-lhes o maior nível salarial da Europa. Que é também, desculpem-me os menos sensíveis ao argumento, o mais igualitário. Todos descontam um IRS limpo e transparente que não é depois desbaratado em rotundas e estatuária kitsh , nem em auto-estradas (só têm 200 quilómetros dessas «alavancas de progresso»), nem em Expos e Euros. É tempo de os empresários portugueses constatarem que, na Noruega, a fuga ao fisco não é uma «vantagem competitiva». Ali, o cruzamento de dados «devassa» as contas bancárias, as apólices de seguros, as propriedades móveis e imóveis e as «ofertas» de património a familiares que, em Portugal, país de gentes inventivas, garantem anonimato aos crimes e «confundem» os poucos olhos que se dedicam ao combate à fraude económica.
Mais do que os costumeiros «bons negócios», deviam os empresários portugueses pôr os olhos naquilo que a Noruega tem para nos ensinar.
E, já agora, os políticos. Numa crónica inspirada, o correspondente da TSF naquele país, afiança que os ministros não se medem pelas gravatas nem pela alta cilindrada das suas frotas. Pelo contrário, andam de metro, e não se ofendem quando os tratam por tu.
Aqui, cada ministério faz uso de dezenas de carros topo de gama, com vidros fumados para não dar lastro às ideias de transparência dos cidadãos.
Os ministros portugueses fazem-se preceder de batedores motorizados, poluem o ambiente, dão maus exemplos e gastam a rodos o dinheiro que escasseia para assuntos verdadeiramente importantes.
Mais: os noruegueses sabem que não se «projecta o nome do país» com despesismos faraónicos, basta ser-se sensato e fazer da gestão das contas públicas um exercício de ética e responsabilidade. Arafat e Rabin assinaram um tratado de paz em Oslo. E, que se saiba, não foi preciso desbaratarem milhões de contos para que o nome da capital norueguesa corresse mundo por uma boa causa.
Até os clubes de futebol noruegueses, que pedem meças aos seus congéneres lusos em competições internacionais, nunca precisaram de pagar aos seus jogadores quatrocentos salários mínimos por mês para que estes joguem à bola.
Nas gélidas terras dos vikings conheci empresários portugueses que ali montaram negócios florescentes. Um deles, isolado numa ilha acima do círculo polar Árctico, deixava elogios rasgados à «social-democracia nórdica», ao tempo para viver e à segurança social.
Ali, naquele país, também há patos-bravos. Mas para os vermos precisamos de apontar binóculos para o céu. Não andam de jipe e óculos escuros. Não clamam por messias nem por prebendas. Não se queixam do «excessivo peso do Estado», para depois exigirem isenções e subsídios.
É tempo de aprendermos que, embora eles sejam "vikings", os bárbaros somos nós.
Seria meio caminho andado para nos civilizarmos.
(um "post-scriptum" meu - talvez se compreenda assim porque portugueses se dão bem em África - mas não faltará muito para também o continente negro nos ultrapassar)
Mais achas para a fogueira do "compromisso": é frequente ver-se nos estudos económicos sobre o país que a culpa do atraso é a baixa produtividade dos trabalhadores ???? Atão não é que estas bestas quando vão trabalhar lá para as estranjas e depois de formados e enquadrados não são tão ou mais produtivos que os outros ?? Será que são drogados pelos patrões... ou são simplesmente tratados como GENTE.
Se os vikings nos invadissem (please!!!! em vez dos espanhois) iria ser um problema para arranjar casas para tantos porteiros (pois é a única coisa para que servem 90% dos "empresários" portugueses)
Na Noruega, o horário de trabalho começa cedo (às 8 horas) e acaba cedo (às 15.30).
As mães e os pais noruegueses têm uma parte significativa dos seus dias para serem pais, para proporcionar aos filhos algo mais do que um serão de televisão ou videojogos.
Têm um ano de licença de maternidade e nunca ouviram falar de despedimentos por gravidez.
A riqueza que produzem nos seus trabalhos garante-lhes o maior nível salarial da Europa. Que é também, desculpem-me os menos sensíveis ao argumento, o mais igualitário. Todos descontam um IRS limpo e transparente que não é depois desbaratado em rotundas e estatuária kitsh , nem em auto-estradas (só têm 200 quilómetros dessas «alavancas de progresso»), nem em Expos e Euros. É tempo de os empresários portugueses constatarem que, na Noruega, a fuga ao fisco não é uma «vantagem competitiva». Ali, o cruzamento de dados «devassa» as contas bancárias, as apólices de seguros, as propriedades móveis e imóveis e as «ofertas» de património a familiares que, em Portugal, país de gentes inventivas, garantem anonimato aos crimes e «confundem» os poucos olhos que se dedicam ao combate à fraude económica.
Mais do que os costumeiros «bons negócios», deviam os empresários portugueses pôr os olhos naquilo que a Noruega tem para nos ensinar.
E, já agora, os políticos. Numa crónica inspirada, o correspondente da TSF naquele país, afiança que os ministros não se medem pelas gravatas nem pela alta cilindrada das suas frotas. Pelo contrário, andam de metro, e não se ofendem quando os tratam por tu.
Aqui, cada ministério faz uso de dezenas de carros topo de gama, com vidros fumados para não dar lastro às ideias de transparência dos cidadãos.
Os ministros portugueses fazem-se preceder de batedores motorizados, poluem o ambiente, dão maus exemplos e gastam a rodos o dinheiro que escasseia para assuntos verdadeiramente importantes.
Mais: os noruegueses sabem que não se «projecta o nome do país» com despesismos faraónicos, basta ser-se sensato e fazer da gestão das contas públicas um exercício de ética e responsabilidade. Arafat e Rabin assinaram um tratado de paz em Oslo. E, que se saiba, não foi preciso desbaratarem milhões de contos para que o nome da capital norueguesa corresse mundo por uma boa causa.
Até os clubes de futebol noruegueses, que pedem meças aos seus congéneres lusos em competições internacionais, nunca precisaram de pagar aos seus jogadores quatrocentos salários mínimos por mês para que estes joguem à bola.
Nas gélidas terras dos vikings conheci empresários portugueses que ali montaram negócios florescentes. Um deles, isolado numa ilha acima do círculo polar Árctico, deixava elogios rasgados à «social-democracia nórdica», ao tempo para viver e à segurança social.
Ali, naquele país, também há patos-bravos. Mas para os vermos precisamos de apontar binóculos para o céu. Não andam de jipe e óculos escuros. Não clamam por messias nem por prebendas. Não se queixam do «excessivo peso do Estado», para depois exigirem isenções e subsídios.
É tempo de aprendermos que, embora eles sejam "vikings", os bárbaros somos nós.
Seria meio caminho andado para nos civilizarmos.
(um "post-scriptum" meu - talvez se compreenda assim porque portugueses se dão bem em África - mas não faltará muito para também o continente negro nos ultrapassar)
Mais achas para a fogueira do "compromisso": é frequente ver-se nos estudos económicos sobre o país que a culpa do atraso é a baixa produtividade dos trabalhadores ???? Atão não é que estas bestas quando vão trabalhar lá para as estranjas e depois de formados e enquadrados não são tão ou mais produtivos que os outros ?? Será que são drogados pelos patrões... ou são simplesmente tratados como GENTE.
Se os vikings nos invadissem (please!!!! em vez dos espanhois) iria ser um problema para arranjar casas para tantos porteiros (pois é a única coisa para que servem 90% dos "empresários" portugueses)
quarta-feira, fevereiro 11, 2004
A MINHA INABALÁVEL FÉ NA ESTUPIDEZ HUMANA III - O COMPROMISSO
Aleluia!
Andávamos para aqui todos a bater com a cabeça no muro, sem ver a luz nem o túnel quando de repente, alguém resolve bater com a porta, dar um murro na mesa, e dizer basta! alto e bom som. E não são borra-botas nenhuns, são nem mais nem menos um grupo de quatrocentos gestores e empresários que resolveram dar um pontapé nos tomates do pessimismo geral. E com que sacrificio, deus meu! Largar a jogatina de golfe com o sr. general na reforma, deixar a casinha no Alentejo entregue aos bichos, a gestão de meia dúzia de empresas entregue a acessores, as fériazinhas em Miami ou em Bora-Bora, o jeep Mercedes entregue à estúpida da esposa ou ao filhinho mais velho para ir às reuniões da Juventude Popular, largar tudo para poderem pensar livremente no Compromisso, logo baptizado de Portugal, sim porque um compromisso sem nome não passaria de uma combinação de vão de escada, uma cuspidadela na palma da mão antes do cumprimento a selar o acordo, seria uma coisa indigna de pessoas inteligentes e esclarecidas, para além do mais gestores e/ou empresários. E eu que pensava que esses gestores eram apenas uns sovinas, uns gajos que só queriam aumentar os lucros à custa dos baixos salários, uns tipos cuja noção de investimento era trocarem o carrinho de luxo de 2 em 2 anos à conta da empresa, cuja noção de formação profissional para os trabalhadores era dar cursos de poupança de papel higiénico! Como estava enganado!
Ei-los que se reúnem, que sacodem o pessimismo como quem sacode a caspa dos ombros, que apresentam soluções milagrosas para fugirmos da crise sem fugirmos para o estrangeiro, que discursam sobre coisas tão transcendentes e metafísicas como a educação, a saúde, a competência profissional! Andámos todos a dormir durante anos ou andámos esquecidos?
Alguém alguma vez se lembrou destas coisas? Como são estúpidos os portugueses!
Mas a conclusão mais importante deste Compromisso Portugal, pelo menos a mais divulgada e de certa forma aquela que irá com toda a certeza ser posta em prática, e que resumirá no seu seio a tão famigerada aposta na educação, na saúde e na competência, é (pasme-se pela pertinácia, pela inteligência) a LIBERDADE DE DESPEDIR!
És mal educado? Vais despedido. Resolvido o problema da educação. Estás doente ou grávida? Despedimento. Resolvido o problema da saúde. És bom profissional, não fazes ondas, não chateias? Baixam-te o ordenado. Resolvido o problema da competência profissional.
Mas quanto a eles, simples gestores e empresários? O que é que eles reservam para eles próprios? Nada mais simples:
a) vender a empresa, de preferência a espanhóis.
b) entrar para um partido político. O PSD é o ideal, mas o PP ou o PS não são de desprezar.
c) uma carreira rápida como ministro obscuro e depois um lugar como deputado europeu a comer ostras em Bruxelas ou a jogar golfe com o general na reforma.
d) um lugar de gestor numa empresa pública de renome até vender uma parte a empresários espanhóis, meter algum ao bolso, escrever um ou outro livro autobiográfico ou sobre a competitividade empresarial.
e) gozar a reforma entre um ou outro artigo de opinião nos jornais, ou no conselho de estado.
f) por fim, e não menos importante, participar em seminários, reuniões, congressos onde se discutirá como sempre o congénito pessimismo nacional, o mau estado da economia, a crise de sempre.
Comparar este destino com o que está reservado a quem trabalha, conclui-se que a maior carga de responsabilidade é e será sempre dos gestores, esses iluminados.
Quanto aos outros, a sua imaginação é tão pobre que não conseguem evoluir mais alto que simples despedidos.
Andávamos para aqui todos a bater com a cabeça no muro, sem ver a luz nem o túnel quando de repente, alguém resolve bater com a porta, dar um murro na mesa, e dizer basta! alto e bom som. E não são borra-botas nenhuns, são nem mais nem menos um grupo de quatrocentos gestores e empresários que resolveram dar um pontapé nos tomates do pessimismo geral. E com que sacrificio, deus meu! Largar a jogatina de golfe com o sr. general na reforma, deixar a casinha no Alentejo entregue aos bichos, a gestão de meia dúzia de empresas entregue a acessores, as fériazinhas em Miami ou em Bora-Bora, o jeep Mercedes entregue à estúpida da esposa ou ao filhinho mais velho para ir às reuniões da Juventude Popular, largar tudo para poderem pensar livremente no Compromisso, logo baptizado de Portugal, sim porque um compromisso sem nome não passaria de uma combinação de vão de escada, uma cuspidadela na palma da mão antes do cumprimento a selar o acordo, seria uma coisa indigna de pessoas inteligentes e esclarecidas, para além do mais gestores e/ou empresários. E eu que pensava que esses gestores eram apenas uns sovinas, uns gajos que só queriam aumentar os lucros à custa dos baixos salários, uns tipos cuja noção de investimento era trocarem o carrinho de luxo de 2 em 2 anos à conta da empresa, cuja noção de formação profissional para os trabalhadores era dar cursos de poupança de papel higiénico! Como estava enganado!
Ei-los que se reúnem, que sacodem o pessimismo como quem sacode a caspa dos ombros, que apresentam soluções milagrosas para fugirmos da crise sem fugirmos para o estrangeiro, que discursam sobre coisas tão transcendentes e metafísicas como a educação, a saúde, a competência profissional! Andámos todos a dormir durante anos ou andámos esquecidos?
Alguém alguma vez se lembrou destas coisas? Como são estúpidos os portugueses!
Mas a conclusão mais importante deste Compromisso Portugal, pelo menos a mais divulgada e de certa forma aquela que irá com toda a certeza ser posta em prática, e que resumirá no seu seio a tão famigerada aposta na educação, na saúde e na competência, é (pasme-se pela pertinácia, pela inteligência) a LIBERDADE DE DESPEDIR!
És mal educado? Vais despedido. Resolvido o problema da educação. Estás doente ou grávida? Despedimento. Resolvido o problema da saúde. És bom profissional, não fazes ondas, não chateias? Baixam-te o ordenado. Resolvido o problema da competência profissional.
Mas quanto a eles, simples gestores e empresários? O que é que eles reservam para eles próprios? Nada mais simples:
a) vender a empresa, de preferência a espanhóis.
b) entrar para um partido político. O PSD é o ideal, mas o PP ou o PS não são de desprezar.
c) uma carreira rápida como ministro obscuro e depois um lugar como deputado europeu a comer ostras em Bruxelas ou a jogar golfe com o general na reforma.
d) um lugar de gestor numa empresa pública de renome até vender uma parte a empresários espanhóis, meter algum ao bolso, escrever um ou outro livro autobiográfico ou sobre a competitividade empresarial.
e) gozar a reforma entre um ou outro artigo de opinião nos jornais, ou no conselho de estado.
f) por fim, e não menos importante, participar em seminários, reuniões, congressos onde se discutirá como sempre o congénito pessimismo nacional, o mau estado da economia, a crise de sempre.
Comparar este destino com o que está reservado a quem trabalha, conclui-se que a maior carga de responsabilidade é e será sempre dos gestores, esses iluminados.
Quanto aos outros, a sua imaginação é tão pobre que não conseguem evoluir mais alto que simples despedidos.
quarta-feira, janeiro 28, 2004
A minha inabalavel fé na estupidez humana II
Que me desculpe o autor do texto anterior por estar a usar o título, mas não quero deixar de voltar ao assunto para dizer que não concordo com o que o dito diz no dito cujo!
Em primeiro lugar, acho muito bem o que os franceses acabam de fazer com essa tal lei de proibir qualquer manifestação religiosa nas escolas.
Para já nem são todos os franceses que fizeram essa lei, até porque a maioria não tem inteligência para tal, basta que tenhamos presente o passado destes europeus que são descendentes do Napoleão, o tal da mão sempre a apalpar o mamilo, com as invasões da época e as forcas e guilhotinas a funcionarem em pleno. E já para não falar da tal Joana que, parva, deixou-se queimar para deleite de multidões aparvalhadas, em vez de dar de frosques e mandá-los todos para a pátria que os pariu.
Muitos mais exemplos são demonstrativos que a maioria dos franceses descendem de uma cambada de atrasados mentais. Felizmente existem excepções de que fazem parte os tais que em boa hora aprovaram esta lei.
E se a europa, onde estão os franceses, sempre teve o lema da liberdade como bandeira, só lhes fica bem proibirem o que há a proibir. E principalmente na religião e nas escolas.
Imaginem o que é uma turma de alunos bem comportadinhos terem de gramar com um deles a interromper a aula ao por-se de cú para o ar a rezar virado para Meca. Ou uma aluna toda entrapada até à cabeça em vez de se apresentar com uma mini saia e um decote até ao umbigo. Ou aquele puto vestido de frade que teima em trazer chinelos em vez de umas sapatilhas da nike.
Em segundo lugar, a religião quando nasce é para todos, e por isso espero que no nosso país, que também está na europa, rápidamente se volte à obrigatoriedade da religião e moral nas escolas para evitar desvios mailiciosos que podem conduzir a que apareçam tipos disfarçados de alunos, mas que são agentes do BinLaden. Liberdade religiosa é uma coisa, andar vestido com se fosse carnaval, é outra.
Aliás, é por isso que os ingleses de há muito que viram o problema e assim, em cada escola, todos os putos têm de andar vestidos de igual. Se até os carneiros têm todos a mesma veste, porque razão os alunos não deverão ter?
E por ultimo, há que perguntar afinal o que distingue uma religião de outra? Tirando o que é comum a todas, ou seja, cruzes, santos, profetas, cordão de contas, símbolos e amuletos, o que distingue uma religião de outra é precisamente o vestir.
Os católicos apostólicos romanos, os europeus quase todos, andam vestidos normalmente. Já os islâmicos, os do oriente e norte de áfrica quase todos, andam vestidos com trapos até ao chão ou cobertos com chador ou burkas, portanto vestidos normalmente. E assim sucessivamente.
Por isso, cá para mim, acabava de vez com essas descriminações religiosas nas escolas, principalmente nas universidades ou para todos os alunos com mais de 17 anos, e obrigava todos e todas a irem às aulas nús, sem roupa. Para já apenas as alunas, pois são as que mais sinais religiosos apresentam no vestir. Assim sim, isso é que era acabar com os sinais exteriores de manifestação religiosa.
Espero que os nossos governantes, na sua inteligência de que é apanágio os tão ilustres ensinamentos que têm dado ao país, instituam rápidamente a obrigatoriedade do nú a todas as alunas com mais de 17 anos. Sei que são capazes de o fazer, só espero que sejam os pioneiros, mostrando ao mundo que somos um povo de invulgar inteligência.
Até os amerdicanos, esse povo de invulgar inteligência, ficariam de boca aberta.
Em primeiro lugar, acho muito bem o que os franceses acabam de fazer com essa tal lei de proibir qualquer manifestação religiosa nas escolas.
Para já nem são todos os franceses que fizeram essa lei, até porque a maioria não tem inteligência para tal, basta que tenhamos presente o passado destes europeus que são descendentes do Napoleão, o tal da mão sempre a apalpar o mamilo, com as invasões da época e as forcas e guilhotinas a funcionarem em pleno. E já para não falar da tal Joana que, parva, deixou-se queimar para deleite de multidões aparvalhadas, em vez de dar de frosques e mandá-los todos para a pátria que os pariu.
Muitos mais exemplos são demonstrativos que a maioria dos franceses descendem de uma cambada de atrasados mentais. Felizmente existem excepções de que fazem parte os tais que em boa hora aprovaram esta lei.
E se a europa, onde estão os franceses, sempre teve o lema da liberdade como bandeira, só lhes fica bem proibirem o que há a proibir. E principalmente na religião e nas escolas.
Imaginem o que é uma turma de alunos bem comportadinhos terem de gramar com um deles a interromper a aula ao por-se de cú para o ar a rezar virado para Meca. Ou uma aluna toda entrapada até à cabeça em vez de se apresentar com uma mini saia e um decote até ao umbigo. Ou aquele puto vestido de frade que teima em trazer chinelos em vez de umas sapatilhas da nike.
Em segundo lugar, a religião quando nasce é para todos, e por isso espero que no nosso país, que também está na europa, rápidamente se volte à obrigatoriedade da religião e moral nas escolas para evitar desvios mailiciosos que podem conduzir a que apareçam tipos disfarçados de alunos, mas que são agentes do BinLaden. Liberdade religiosa é uma coisa, andar vestido com se fosse carnaval, é outra.
Aliás, é por isso que os ingleses de há muito que viram o problema e assim, em cada escola, todos os putos têm de andar vestidos de igual. Se até os carneiros têm todos a mesma veste, porque razão os alunos não deverão ter?
E por ultimo, há que perguntar afinal o que distingue uma religião de outra? Tirando o que é comum a todas, ou seja, cruzes, santos, profetas, cordão de contas, símbolos e amuletos, o que distingue uma religião de outra é precisamente o vestir.
Os católicos apostólicos romanos, os europeus quase todos, andam vestidos normalmente. Já os islâmicos, os do oriente e norte de áfrica quase todos, andam vestidos com trapos até ao chão ou cobertos com chador ou burkas, portanto vestidos normalmente. E assim sucessivamente.
Por isso, cá para mim, acabava de vez com essas descriminações religiosas nas escolas, principalmente nas universidades ou para todos os alunos com mais de 17 anos, e obrigava todos e todas a irem às aulas nús, sem roupa. Para já apenas as alunas, pois são as que mais sinais religiosos apresentam no vestir. Assim sim, isso é que era acabar com os sinais exteriores de manifestação religiosa.
Espero que os nossos governantes, na sua inteligência de que é apanágio os tão ilustres ensinamentos que têm dado ao país, instituam rápidamente a obrigatoriedade do nú a todas as alunas com mais de 17 anos. Sei que são capazes de o fazer, só espero que sejam os pioneiros, mostrando ao mundo que somos um povo de invulgar inteligência.
Até os amerdicanos, esse povo de invulgar inteligência, ficariam de boca aberta.
A minha inabalavel fé na estupidez humana
Eu práqui a dizer mal dos amerdicanos, pensando que a Europa, pela sua "maior" idade não faria burrices tão grandes, quando vêm os Franceses e ... pimba!
Atão agora não se pode usar «sinais e roupas que manifestem ostensivamente a confissão religiosa dos alunos».
Será que isto é só para as religiões reconhecidas e oficiais ou é para todas. Então a questão passa a ser o que é uma religião e um simbolo religioso.
Assim seráke aquele simbolozinho do dedo do meio estendido, se for apontado para baixo poderá ser entendido como a representação de uma cruz e logo um simbolo religioso?
A religião dos "yuppies" representados pelos fatinhos e gravatinhas será que a gravatinha passa a ser o seu simbolo religioso?
Para os "punks" serão as botas? Para os políticos um balde de merda? Para os estudiosos uns óculos grossos à "marrão"?
Espero que esta lei seja rapidamente adoptada cá no burgo porque, devido à fina estupidez que os nossos representantes políticos fazem alarde é muito provavel que se atinjam níveis de estupidez muito maiores.
Assim, finalmente, já conseguimos competir, nós EUROPEUS, em pé de igualdade com os amerdicanos, o que me dificulta o trabalho pois vou ter que arranjar um vocábulo semelhante ao "amerdicano".
Agradeço ajudas e comentários aos tripulantes.
Atão agora não se pode usar «sinais e roupas que manifestem ostensivamente a confissão religiosa dos alunos».
Será que isto é só para as religiões reconhecidas e oficiais ou é para todas. Então a questão passa a ser o que é uma religião e um simbolo religioso.
Assim seráke aquele simbolozinho do dedo do meio estendido, se for apontado para baixo poderá ser entendido como a representação de uma cruz e logo um simbolo religioso?
A religião dos "yuppies" representados pelos fatinhos e gravatinhas será que a gravatinha passa a ser o seu simbolo religioso?
Para os "punks" serão as botas? Para os políticos um balde de merda? Para os estudiosos uns óculos grossos à "marrão"?
Espero que esta lei seja rapidamente adoptada cá no burgo porque, devido à fina estupidez que os nossos representantes políticos fazem alarde é muito provavel que se atinjam níveis de estupidez muito maiores.
Assim, finalmente, já conseguimos competir, nós EUROPEUS, em pé de igualdade com os amerdicanos, o que me dificulta o trabalho pois vou ter que arranjar um vocábulo semelhante ao "amerdicano".
Agradeço ajudas e comentários aos tripulantes.
terça-feira, janeiro 27, 2004
O resto da Função Pimbica
Tenho de fazer uma ressalva.
Quando falo em FP, só incluo os burrocratas que estão nos Ministérios, Camaras Municipais e quejandos, EXCLUÍNDO EXPLICITAMENTE os profissionais do ensino, saude e forças militares ou "da ordem".
Todos esses merecem tratamento à parte porque (exceptuando os militares que passam o tempo a roçar o cu pelas paredes) são (ou deveriam ser) profissionais qualificados que exercem e em certos casos com grandes sacrifícios, a sua profissão.
Numa classificação (sempre em revisão) de grupos (de animais) que contribuiem para o avanço da qualidade do ser humano (não é bem isto, mas quando arranjar melhor frase emendo) teremos, nos ultimos 5 lugares:
- Caçadores (costuma-se dizer cães de caça mas os donos é que têm a culpa) - no prazer de matar desnecessariamente os humanos têm a primazia distanciada. Comprem antes uma máquina fotográfica e fotografem - não matem.
- forças da ordem (??) - como exemplo de humanos sem nada na cabeça (ou pelos menos não usam o que têm) - devem ter sido proibídos de interpretar a lei e usam-na à risca, mas como ela foi feita por "homens de leis" que não são minimamente coerentes (e têm de deixar sempre uma fuga ou interpretações alternativas para os advogados ganharem dinheiro) muitas das vezes só fazem borrada.
- advogados - desapareciam se fosse criada uma linguagem lógica e sem ambiguidades para descrever as leis. Faz lembrar o Regresso ao Futuro II (creio qué este)....
- funcionários públicos - aquele grupo de burrocratas que só existe para criar mais papeis que vão justificar mais burrocratas que criam mais papeis ... and so on.
- políticos - pelo menos os nossos mas creio que na "maior democracia" - os amerdicanos - também têm lá uns ricos f(p).
Falemos dos políticos - para já, por minha definição são equivalentes a ténias (também conhecidas por lombrigas, acho) pois, para além de não terem qualquer coluna dorsal (dobram-se ou curvam-se para todos os lados, não mantendo uma postura coerente e integra) deliciam-se na merda e vivem à custa do seu hospedeiro (o Zé Povinho estúpido). Houve uma altura que os identifiquei como minhocas mas era ofende-las pois elas andam num elemento mais limpo - a terra - e fazem trabalho útil.
O político é um profissional da politica (uma La Pallissada) que tem como actividade:
1 - Enganar toda a gente (inclusivé a si próprio, que nos casos mais extremos chega a acreditar naquilo que lhe dizem que deve dizer),
2 - Falar muito, usando palavras grandiosas e pouco entendíveis pelo povo (assim os parvos até julgam que eles são uns SRS. DOUTORES),
3 - Mudar de ponto de vista conforme donde sopra o voto (desculpem - o vento),
4 - Nunca mas NUNCA cumprir promessas feitas (senão perdem a hipotese de mais possiveis promessas futuras),
5 - Preparar o mais rapidamente possivel o seu futuro, vendendo-se a quem der a melhor reforma dourada.
Sem pretender de modo nenhum ofender os actores, há que os compare aos políticos. Excepto em casos raros em que isso realmente aconteceu (só com os amerdico-palhaços) é impossivel comparar, mesmo um mau actor com um bom político (no caso do Swartzenegger (merda, não sei sé assim mas tou-me nas tintas) temos um mau actor e ainda um político em estágio).
O actor actua segundo um texto bem escrito integrado numa peça que conta uma história. Um político não tem nada escrito, a peça prega-nos a nós inventando histórias.
O actor antes de uma peça, estuda-a e treina - se é bom actor integra-se totalmente no personagem - vive-o.
O político não estuda, muda de opinião como muda de peugas (ambas cheiram mal) e nunca se confunde com nada - ele não é nada.
A diferença entre um militar e um político é que, embora não goste dos militares, estes arriscam a vida ao defenderem qq coisa e até os generais podem morrer, enquanto que é rarissimo um político ser levado à pedra pelas burrices que fez ao dirigir um país.
Só nas revoluções é que por vezes eles são mortos (até neste aspecto somos um fraco povo de merda - não matámos nenhum!).
Para tentar equilibrar as coisas e fazer com que os políticos paguem alguma coisa, proponho que as folhas de votos para eleições fossem diferentes, passando a ter:
1 - Cada partido era sempre votado por 1 X 2 e somava pontos como no futebol.
2 - quem votasse 2 no partido no poder era obrigado a classificá-lo em termos de castigo, de 1-5.
No ponto 1, parece que segundos estudos, este é um método mais correcto de representar a vontade geral (ah carago que o futebol tem sempre razão).
Quanto ao ponto 2 criavam-se "quintas de trabalhos esforçados" onde os políticos do ex-governo deveriam sofrer as asneiras do que fizeram durante o seu reinado (aceitam-se sugestões) e segundo o tempo proporcional ao castigo atribuido.
Quando falo em FP, só incluo os burrocratas que estão nos Ministérios, Camaras Municipais e quejandos, EXCLUÍNDO EXPLICITAMENTE os profissionais do ensino, saude e forças militares ou "da ordem".
Todos esses merecem tratamento à parte porque (exceptuando os militares que passam o tempo a roçar o cu pelas paredes) são (ou deveriam ser) profissionais qualificados que exercem e em certos casos com grandes sacrifícios, a sua profissão.
Numa classificação (sempre em revisão) de grupos (de animais) que contribuiem para o avanço da qualidade do ser humano (não é bem isto, mas quando arranjar melhor frase emendo) teremos, nos ultimos 5 lugares:
- Caçadores (costuma-se dizer cães de caça mas os donos é que têm a culpa) - no prazer de matar desnecessariamente os humanos têm a primazia distanciada. Comprem antes uma máquina fotográfica e fotografem - não matem.
- forças da ordem (??) - como exemplo de humanos sem nada na cabeça (ou pelos menos não usam o que têm) - devem ter sido proibídos de interpretar a lei e usam-na à risca, mas como ela foi feita por "homens de leis" que não são minimamente coerentes (e têm de deixar sempre uma fuga ou interpretações alternativas para os advogados ganharem dinheiro) muitas das vezes só fazem borrada.
- advogados - desapareciam se fosse criada uma linguagem lógica e sem ambiguidades para descrever as leis. Faz lembrar o Regresso ao Futuro II (creio qué este)....
- funcionários públicos - aquele grupo de burrocratas que só existe para criar mais papeis que vão justificar mais burrocratas que criam mais papeis ... and so on.
- políticos - pelo menos os nossos mas creio que na "maior democracia" - os amerdicanos - também têm lá uns ricos f(p).
Falemos dos políticos - para já, por minha definição são equivalentes a ténias (também conhecidas por lombrigas, acho) pois, para além de não terem qualquer coluna dorsal (dobram-se ou curvam-se para todos os lados, não mantendo uma postura coerente e integra) deliciam-se na merda e vivem à custa do seu hospedeiro (o Zé Povinho estúpido). Houve uma altura que os identifiquei como minhocas mas era ofende-las pois elas andam num elemento mais limpo - a terra - e fazem trabalho útil.
O político é um profissional da politica (uma La Pallissada) que tem como actividade:
1 - Enganar toda a gente (inclusivé a si próprio, que nos casos mais extremos chega a acreditar naquilo que lhe dizem que deve dizer),
2 - Falar muito, usando palavras grandiosas e pouco entendíveis pelo povo (assim os parvos até julgam que eles são uns SRS. DOUTORES),
3 - Mudar de ponto de vista conforme donde sopra o voto (desculpem - o vento),
4 - Nunca mas NUNCA cumprir promessas feitas (senão perdem a hipotese de mais possiveis promessas futuras),
5 - Preparar o mais rapidamente possivel o seu futuro, vendendo-se a quem der a melhor reforma dourada.
Sem pretender de modo nenhum ofender os actores, há que os compare aos políticos. Excepto em casos raros em que isso realmente aconteceu (só com os amerdico-palhaços) é impossivel comparar, mesmo um mau actor com um bom político (no caso do Swartzenegger (merda, não sei sé assim mas tou-me nas tintas) temos um mau actor e ainda um político em estágio).
O actor actua segundo um texto bem escrito integrado numa peça que conta uma história. Um político não tem nada escrito, a peça prega-nos a nós inventando histórias.
O actor antes de uma peça, estuda-a e treina - se é bom actor integra-se totalmente no personagem - vive-o.
O político não estuda, muda de opinião como muda de peugas (ambas cheiram mal) e nunca se confunde com nada - ele não é nada.
A diferença entre um militar e um político é que, embora não goste dos militares, estes arriscam a vida ao defenderem qq coisa e até os generais podem morrer, enquanto que é rarissimo um político ser levado à pedra pelas burrices que fez ao dirigir um país.
Só nas revoluções é que por vezes eles são mortos (até neste aspecto somos um fraco povo de merda - não matámos nenhum!).
Para tentar equilibrar as coisas e fazer com que os políticos paguem alguma coisa, proponho que as folhas de votos para eleições fossem diferentes, passando a ter:
1 - Cada partido era sempre votado por 1 X 2 e somava pontos como no futebol.
2 - quem votasse 2 no partido no poder era obrigado a classificá-lo em termos de castigo, de 1-5.
No ponto 1, parece que segundos estudos, este é um método mais correcto de representar a vontade geral (ah carago que o futebol tem sempre razão).
Quanto ao ponto 2 criavam-se "quintas de trabalhos esforçados" onde os políticos do ex-governo deveriam sofrer as asneiras do que fizeram durante o seu reinado (aceitam-se sugestões) e segundo o tempo proporcional ao castigo atribuido.
quarta-feira, janeiro 21, 2004
O Discurso e a Merda
Extractos do discurso do Brucho na pré-campanha para a presidência dos states:
- Abstinência sexual dos jovens para evitar a propagação de doenças
- Casamento só entre homem e mulher. Nada de panascas ou fufas
- Os states reservam o seu direito de intervir em qualquer parte do mundo se a segurança dos amerdicanos (já aprendi esta) for posta em causa
E chega. Ou seja, que os amerdicanos gostem de andar salpicados de merda é problema deles. Agora que sacudam a sua merda também para cima dos outros (vejam o caso da França hoje, para não falar de nós aqui) é que se está a tornar um problema grave devido à má qualidade da mesma e ao cheiro que deita. Nós, como verdadeiros portugas, heróis de aquém e além mar, com uma história feita de mais de oitocentos anos de fabrico de merda queremos ter direito a gozar dela e do seu belo cheiro, não queremos mais merda de plástico!
E já agora "Soylent Green" foi realizado em 1973 por Richard Fleicher e foi baptizado em português por "À Beira do Fim".
Se existir cópia em DVD ou mesmo VHS não deixem de ver (rever).
- Abstinência sexual dos jovens para evitar a propagação de doenças
- Casamento só entre homem e mulher. Nada de panascas ou fufas
- Os states reservam o seu direito de intervir em qualquer parte do mundo se a segurança dos amerdicanos (já aprendi esta) for posta em causa
E chega. Ou seja, que os amerdicanos gostem de andar salpicados de merda é problema deles. Agora que sacudam a sua merda também para cima dos outros (vejam o caso da França hoje, para não falar de nós aqui) é que se está a tornar um problema grave devido à má qualidade da mesma e ao cheiro que deita. Nós, como verdadeiros portugas, heróis de aquém e além mar, com uma história feita de mais de oitocentos anos de fabrico de merda queremos ter direito a gozar dela e do seu belo cheiro, não queremos mais merda de plástico!
E já agora "Soylent Green" foi realizado em 1973 por Richard Fleicher e foi baptizado em português por "À Beira do Fim".
Se existir cópia em DVD ou mesmo VHS não deixem de ver (rever).
terça-feira, janeiro 20, 2004
A P que o P ou os pês do PP
Uma colaboração da horta (por causa do Brusho substitui o PP só por ... PP):
PP, príncipe presunçoso, preconceituoso, pomposamente passeia pela política.
Passando por pupilo predestinado, precocemente puritano, pretende poder, privilégios, proveito próprio, prestígio, protagonismo, poleiro, palco para proferir pareceres peremptórios.
P, perfidamente provocante, publicou pasquins paranóicos, prodigalizou parangonas perversas, perseguiu políticos prósperos, pressionou plutocratas proeminentes, prostituiu papalvos protegidos pelo Partido Popular.
Posteriormente, P, piorou, perdeu placidez, procurou prazeres primários, possuído por propósitos prepotentes.
Por precaução preservou proventos providenciais.
Proporcionou peixeiradas percorrendo praças públicas. Proclamou prazenteiro, protecções, promoções, paliativos, protocolos. Prometeu pactos, porventura prolixos, para propor perdões possivelmente prescritos.
Pressurosamente, pagou pirolitos, petiscos, pechinchas, para pressionar paspalhos, palhaços, paisanos, proletários, pacóvios, provincianos.
PP, popularucho pragmático, pulha perspicaz, prevarica paulatinamente. Propicia precedentes previsíveis. Patenteia premissas proibidas.
Prudência Portugueses! PP PERIGO PÚBLICO !
(como veio da horta vem acompanhado por um grande nabo (que nos representa) para o PP só deixar a ramagem de fora)
PP, príncipe presunçoso, preconceituoso, pomposamente passeia pela política.
Passando por pupilo predestinado, precocemente puritano, pretende poder, privilégios, proveito próprio, prestígio, protagonismo, poleiro, palco para proferir pareceres peremptórios.
P, perfidamente provocante, publicou pasquins paranóicos, prodigalizou parangonas perversas, perseguiu políticos prósperos, pressionou plutocratas proeminentes, prostituiu papalvos protegidos pelo Partido Popular.
Posteriormente, P, piorou, perdeu placidez, procurou prazeres primários, possuído por propósitos prepotentes.
Por precaução preservou proventos providenciais.
Proporcionou peixeiradas percorrendo praças públicas. Proclamou prazenteiro, protecções, promoções, paliativos, protocolos. Prometeu pactos, porventura prolixos, para propor perdões possivelmente prescritos.
Pressurosamente, pagou pirolitos, petiscos, pechinchas, para pressionar paspalhos, palhaços, paisanos, proletários, pacóvios, provincianos.
PP, popularucho pragmático, pulha perspicaz, prevarica paulatinamente. Propicia precedentes previsíveis. Patenteia premissas proibidas.
Prudência Portugueses! PP PERIGO PÚBLICO !
(como veio da horta vem acompanhado por um grande nabo (que nos representa) para o PP só deixar a ramagem de fora)
O Grande Irmão . . . . . amerdicano
Li hoje no http://www.theregister.co.uk (noticias associadas a tudo o que é computadores - em geral não são vendidos à Microsoft e são bastante críticos nos aspectos de confidencialidade) uma notícia sobre os amerdicanos, que acho importante chamar a atenção porque creio ser muito pouco conhecida.
A CE chegou a acordo com os amerdicanos que forneceria dados sobre todos os passageiros que embarquem em aeroportos da Comunidade de tal modo que os capangas do Brusho soubessem à chegada se vinham terroristas, potenciais terroristas, pedófilos, maldizentes dos USA, etc. podendo assim enviá-los directamente para a prisão em Guantanamo (onde não existem advogados e ninguem sequer sabe que lá estás).
Os amerdicanos disseram que os dados só seriam usados exclusivamente no aspecto de identificação de potenciais terroristas (o que caracteriza uma pessoa como potencial terrorista não sei - talvez escrever amerdicano e Brusho!!!?) mas não ofereceram garantias.
É preciso não esquecer que actualmente os gajos já estão a tirar fotografias e impressão digital a todos os que precisem de visto para entrar - não é o caso de Portugal, mas os dados nossos já lá vão, fornecidos pela CE (o curioso é que os Brasileiros, com muito mais "tomates" que nós, impuseram o mesmo tratamento aos amerdicanos que entram no Brasil - aí irmãos força neles que estes merdas de cá tão de cú aberto para o brusho).
O curioso agora é que esses dados (obtidos no âmbito de uma coisa chamada EPIC - Electronic Privacy Information Center) já estão a ser usados para testar o reconhecimento biométrico do passageiro, de modo que os dados fornecidos pela CE são comparados com os obtidos no local (reconhecimento de imagem da face) para ver se não há aldrabice e mais, a NASA também está nisto com o objectivo de, segundo o documento, "must detect people who may pose a threat but are unknown". Como é que isto é detectado não se sabe, mas parece que a NASA tem um programa qualquer de "non-invasive neuro-electric sensors" que permitirão detectar se se está muito nervoso. E é aquilo a terra da "liberdade"????
Também os merdas da CE com a desculpa da caça ao terrorismo, estão a dar os nossos dados sem saber ao certo para que são usados. Se calhar já estás a ser vigiado pelo amerdicas, mesmo cá no teu Portugal dos pequeninos e se tiveres uma fotografia do teu filho no banho és preso por pedofilia (sim por como é usual nos rapazes das vacas amerdicanos, é disparar e perguntar depois), se tiveres copiado um CD (que compraste) para o computador és preso pela RIAA, se tiveres escrito "aquela gaja é uma granda bomba" algures nos teus documentos de Word és preso por terrorismo (aconteceu hoje com um francês que disse a palavra B.... num avião), etc.
O Big Brother do Orwell ao pé disto é brincadeira. Inclusivé já chegaram a propor (os senhores de Hollywood - filmes e da RIAA - música) que os tempos publicitários deviam ser proíbidos de ser retirados do seu contexto, de modo a terem de ser vistos (isto não é brincadeira) - ou seja, se te levantares no intervalo do filme para uma mijinha, vais preso. Idem se gravares um filme sem anúncios para ver mais tarde (o contexto era precisamente um gravador que permitia retirar os "comerciais" que nos amerdicas são a maior parte do tempo).
Isto está a tornar-se numa mistura dos filmes "Soylent Green" (não me lembro do titulo em português) e "Rollerball" (o original, não a versão mais moderna) só que muito antes do que estes filmes de ficção previam.
A CE chegou a acordo com os amerdicanos que forneceria dados sobre todos os passageiros que embarquem em aeroportos da Comunidade de tal modo que os capangas do Brusho soubessem à chegada se vinham terroristas, potenciais terroristas, pedófilos, maldizentes dos USA, etc. podendo assim enviá-los directamente para a prisão em Guantanamo (onde não existem advogados e ninguem sequer sabe que lá estás).
Os amerdicanos disseram que os dados só seriam usados exclusivamente no aspecto de identificação de potenciais terroristas (o que caracteriza uma pessoa como potencial terrorista não sei - talvez escrever amerdicano e Brusho!!!?) mas não ofereceram garantias.
É preciso não esquecer que actualmente os gajos já estão a tirar fotografias e impressão digital a todos os que precisem de visto para entrar - não é o caso de Portugal, mas os dados nossos já lá vão, fornecidos pela CE (o curioso é que os Brasileiros, com muito mais "tomates" que nós, impuseram o mesmo tratamento aos amerdicanos que entram no Brasil - aí irmãos força neles que estes merdas de cá tão de cú aberto para o brusho).
O curioso agora é que esses dados (obtidos no âmbito de uma coisa chamada EPIC - Electronic Privacy Information Center) já estão a ser usados para testar o reconhecimento biométrico do passageiro, de modo que os dados fornecidos pela CE são comparados com os obtidos no local (reconhecimento de imagem da face) para ver se não há aldrabice e mais, a NASA também está nisto com o objectivo de, segundo o documento, "must detect people who may pose a threat but are unknown". Como é que isto é detectado não se sabe, mas parece que a NASA tem um programa qualquer de "non-invasive neuro-electric sensors" que permitirão detectar se se está muito nervoso. E é aquilo a terra da "liberdade"????
Também os merdas da CE com a desculpa da caça ao terrorismo, estão a dar os nossos dados sem saber ao certo para que são usados. Se calhar já estás a ser vigiado pelo amerdicas, mesmo cá no teu Portugal dos pequeninos e se tiveres uma fotografia do teu filho no banho és preso por pedofilia (sim por como é usual nos rapazes das vacas amerdicanos, é disparar e perguntar depois), se tiveres copiado um CD (que compraste) para o computador és preso pela RIAA, se tiveres escrito "aquela gaja é uma granda bomba" algures nos teus documentos de Word és preso por terrorismo (aconteceu hoje com um francês que disse a palavra B.... num avião), etc.
O Big Brother do Orwell ao pé disto é brincadeira. Inclusivé já chegaram a propor (os senhores de Hollywood - filmes e da RIAA - música) que os tempos publicitários deviam ser proíbidos de ser retirados do seu contexto, de modo a terem de ser vistos (isto não é brincadeira) - ou seja, se te levantares no intervalo do filme para uma mijinha, vais preso. Idem se gravares um filme sem anúncios para ver mais tarde (o contexto era precisamente um gravador que permitia retirar os "comerciais" que nos amerdicas são a maior parte do tempo).
Isto está a tornar-se numa mistura dos filmes "Soylent Green" (não me lembro do titulo em português) e "Rollerball" (o original, não a versão mais moderna) só que muito antes do que estes filmes de ficção previam.
Notícias
"Portugal nunca legalizará experiências genéticas com embriões humanos nem a clonagem" informou o porta-voz do Governo, "já a legalização do aborto é só uma questão de tempo 'político'".
(depois ouviu-se cochichar - no 1º caso iriamos criar uma grande competição com os membros do governo e no 2º estamos a preparar a expansão de cargos governamentais a mais militantes.
(depois ouviu-se cochichar - no 1º caso iriamos criar uma grande competição com os membros do governo e no 2º estamos a preparar a expansão de cargos governamentais a mais militantes.
AP - Administração Pérfida
É usual ouvirmos os membros (deveriam ir todos para Alcoitão pois estão paraplégicos) do governo falar na melhoria da qualidade da AP, na profissionalização, na rentabilização, na empresarialização e outros aõs aõs, mas vejamos se isso é possível cá no burgo.
Já vimos que, para além de servir para dar $$$ aos amigos, familiares e associados do partido no (des)governo, a AP abriga um conjunto de coiros (e coiras) que foram ficando de governos anteriores (já agora porque é que nunca se viu um estudo decente sobre a evolução da AP nos ultimos 10 anos em termos de $$ e distribuição de chulos nas diversas carreiras, níveis, etc. - será que os partidos de esquerda - principalmente aqueles que nunca estiveram no governo - não têm capacidade para tal? ou coragem? - se o fizerem ponham uma referência bem visivel aos momentos eleitorais para ver a sua influência) que, como são incompetentes e nada fazem, a sua única função é prejudicar os poucos que ainda são suficientemente parvos para trabalhar, criando mais burrocracia, labendo as botas aos chefes, criando boatos, exercendo a má-lingua, etc.
Também já vimos que, pelo princípio da equivalência entre o azeite e os incompetentes, estes têm tendência a ficar sempre por cima e com os cargos de chefia.
Consequentemente, como se espera que a avaliação da qualidade e desempenho do trabalho possa ser feito com vista a expurgar esta cambada de chulos ?? É IMPOSSÍVEL. O que vai acontecer é os pouco competetentes e trabalhadores que ainda restam serem mais espezinhados e amesquinhados para, finalmente e se o conseguirem, sairem da AP.
Querem fazer alguma coisa?? Comecem por analisar as chefias retirando aquelas que só lá estão porque só são da confiança política dos administradores (claro que também só deveriam ser nomeados devido à sua competência e experiência e não por serem amigos, familiares, etc.).
ESTÃO A VER A IMPOSSIBILIDADE DISTO TRABALHAR NÃO ESTÃO ???
Mas claro, esta merda de Zé Povinho só acredita nos BB, no padre da aldeia ou no cacique local e não usa a cabeça para pensar (nem sequer sabe que a tem). É espantoso como se continua a acreditar numa GAJA que diz que só há aumento de 2% para quem ganha menos de 1000 euros mas depois TRIPLICA a "remuneração" dos gestores hospitalares que foram lá colocados por serem do partido (e sei de casos específicos de gajos que a única coisa que geriram foi o dinheiro em casa - e geralmente era a mulher - e num deles a formação e experiencia que tinham era em ... agronomia!!!).
Isto independentemente de eu considerar que efectivamente existem na AP muitos chulos a ganhar muito além daquilo que merecem.
Mas voltando à "classificação" da qualidade dos funcionários públicos. Considerando que, muito teóricamente, a cadeia heirárquica era competente, para se analisar a competência para executar uma tarefa é necesário que:
1º - a tarefa a executar esteja definida,
2º - exista uma planificação das tarefas a executar com os tempos de execução devidamente (e realisticamente) definidos,
3º - o seu executor tenha sido preparado e instruido para a executar correcta e eficientemente,
4º - existam as condições de trabalho para a sua correcta execução.
Ora tá-se mesmo a ver isto acontecer na AP não tá-se?????????.
E como se diz nos filmes de tribunais amerdicanos - "I rest my case"
Já vimos que, para além de servir para dar $$$ aos amigos, familiares e associados do partido no (des)governo, a AP abriga um conjunto de coiros (e coiras) que foram ficando de governos anteriores (já agora porque é que nunca se viu um estudo decente sobre a evolução da AP nos ultimos 10 anos em termos de $$ e distribuição de chulos nas diversas carreiras, níveis, etc. - será que os partidos de esquerda - principalmente aqueles que nunca estiveram no governo - não têm capacidade para tal? ou coragem? - se o fizerem ponham uma referência bem visivel aos momentos eleitorais para ver a sua influência) que, como são incompetentes e nada fazem, a sua única função é prejudicar os poucos que ainda são suficientemente parvos para trabalhar, criando mais burrocracia, labendo as botas aos chefes, criando boatos, exercendo a má-lingua, etc.
Também já vimos que, pelo princípio da equivalência entre o azeite e os incompetentes, estes têm tendência a ficar sempre por cima e com os cargos de chefia.
Consequentemente, como se espera que a avaliação da qualidade e desempenho do trabalho possa ser feito com vista a expurgar esta cambada de chulos ?? É IMPOSSÍVEL. O que vai acontecer é os pouco competetentes e trabalhadores que ainda restam serem mais espezinhados e amesquinhados para, finalmente e se o conseguirem, sairem da AP.
Querem fazer alguma coisa?? Comecem por analisar as chefias retirando aquelas que só lá estão porque só são da confiança política dos administradores (claro que também só deveriam ser nomeados devido à sua competência e experiência e não por serem amigos, familiares, etc.).
ESTÃO A VER A IMPOSSIBILIDADE DISTO TRABALHAR NÃO ESTÃO ???
Mas claro, esta merda de Zé Povinho só acredita nos BB, no padre da aldeia ou no cacique local e não usa a cabeça para pensar (nem sequer sabe que a tem). É espantoso como se continua a acreditar numa GAJA que diz que só há aumento de 2% para quem ganha menos de 1000 euros mas depois TRIPLICA a "remuneração" dos gestores hospitalares que foram lá colocados por serem do partido (e sei de casos específicos de gajos que a única coisa que geriram foi o dinheiro em casa - e geralmente era a mulher - e num deles a formação e experiencia que tinham era em ... agronomia!!!).
Isto independentemente de eu considerar que efectivamente existem na AP muitos chulos a ganhar muito além daquilo que merecem.
Mas voltando à "classificação" da qualidade dos funcionários públicos. Considerando que, muito teóricamente, a cadeia heirárquica era competente, para se analisar a competência para executar uma tarefa é necesário que:
1º - a tarefa a executar esteja definida,
2º - exista uma planificação das tarefas a executar com os tempos de execução devidamente (e realisticamente) definidos,
3º - o seu executor tenha sido preparado e instruido para a executar correcta e eficientemente,
4º - existam as condições de trabalho para a sua correcta execução.
Ora tá-se mesmo a ver isto acontecer na AP não tá-se?????????.
E como se diz nos filmes de tribunais amerdicanos - "I rest my case"
segunda-feira, janeiro 19, 2004
Quem te avisa...
Bem sabia que esta coisa das crises, das guerras, das pedófilias, da carne com BSE e da pneumonia atípica haveriam de algum mode afectar a mente de algum tripulante. Essa história de casamentos à distância tem os seus quês. Terá ela mau hálito? Cheira mal dos pés? Há uma conhecida anedota sobre isto.
Eu sei que nem todos se podem dar ao luxo de andar a passear garinas pelas estâncias de veraneio ou pelos congressos políticos, como um certo Ministro da Defesa de um país que me envergonho de citar, mesmo com toda a gente a saber que é só para disfarçar, mas... Há que descobrir de onde é que essa garina vem, meu caro 2º (e único) remador. Virá ela de Chernobyl com alguma modificação genética tipo um pénis a sair do pescoço ou uma vagina no buraco do ouvido? Será uma antiga espia do KGB? Terá sido amante do Ieltsin? Será uma antiga ginasta cheia de esteróides anabolizantes? Muito cuidado, tripulante!
Neste mundo não se oferece nada de mão beijada, como certamente está marreco de saber! E quando nos oferecem um brinde na forma de uma catraia de 13 anitos, a coisa pode trazer água no bico. Nunca fui adepto das promoções dos supermercados, pois por vezes essas coisas servem para escoar mercadoria defeituosa ou fora de prazo.
Meu caro 2º (e único) remador:
Se vai ter de aprender a dar cabeçadas nas letras do alfabeto cirilico ou lá o que é essa treta de escrever os Es ao contrário ou os Hs a saber a mijo, não serei eu (nunca!!!) que o irei convencer do contrário. Mas já vi casos piores de senilidade precoce...
Eu sei que nem todos se podem dar ao luxo de andar a passear garinas pelas estâncias de veraneio ou pelos congressos políticos, como um certo Ministro da Defesa de um país que me envergonho de citar, mesmo com toda a gente a saber que é só para disfarçar, mas... Há que descobrir de onde é que essa garina vem, meu caro 2º (e único) remador. Virá ela de Chernobyl com alguma modificação genética tipo um pénis a sair do pescoço ou uma vagina no buraco do ouvido? Será uma antiga espia do KGB? Terá sido amante do Ieltsin? Será uma antiga ginasta cheia de esteróides anabolizantes? Muito cuidado, tripulante!
Neste mundo não se oferece nada de mão beijada, como certamente está marreco de saber! E quando nos oferecem um brinde na forma de uma catraia de 13 anitos, a coisa pode trazer água no bico. Nunca fui adepto das promoções dos supermercados, pois por vezes essas coisas servem para escoar mercadoria defeituosa ou fora de prazo.
Meu caro 2º (e único) remador:
Se vai ter de aprender a dar cabeçadas nas letras do alfabeto cirilico ou lá o que é essa treta de escrever os Es ao contrário ou os Hs a saber a mijo, não serei eu (nunca!!!) que o irei convencer do contrário. Mas já vi casos piores de senilidade precoce...
domingo, janeiro 18, 2004
ENGATEI DUAS GARINAS !!
O meu espírito de navegador intrépido, sempre sequioso de descobrir o desconhecido olhando para além do horizonte com a luneta em riste, veio-me de novo ao de cima com um ímpeto de intensidade apenas igualável a qualquer discurso do Borrão Duroso anunciando que vamos todos ficar ricos e a viver bem já no próximo ano, ainda por cima após as sábias palavras do Condor Viscâncio, esse independente governador do banco de Portugal, que acaba de afirmar que se trabalharmos mais horas, fizermos mais filhos e arranjarmos mais empregos para os escravos dos imigrantes, isto ainda vai ser um paraíso.
E foi por isso que resolvi pôr-me de novo a navegar!
Claro que contribuiu em muito o ter acabado de ler no "Público", edição de Dom. 18 Jan., o artigo com o título "As ligações perigosas da dinastia Bush ao dinheiro do Médio Oriente", onde fiquei a saber que isto já vem do tempo do bisavô do Broche actual, pelo que não é apenas uma mania de brincar às guerras, mas antes uma questão do foro biológico que só a genética mais evoluída poderá explicar. E como se não chegasse, ao virar a ultima página do dito "Público", dei de caras com um artigo sobre o reino da Suazilândia, onde toda a sua população de 1,1 milhões vive na miséria quase absoluta à excepção de Sua Alteza Real e acólitos, tendo o rei pedido esta semana ao governo o dinheiro suficiente para fazer obras em três dos seus palácios e construir vários outros, e isto para agradar às suas 11 esposas.
Por tudo isto e muito mais a que um navegador solitário está sujeito neste mundo cão (sem ofensa aos canídeos), resolvi de imediato pôr-me a navegar.
"Com este frio ir para o mar"!? perguntará o leitor neste momento, mesmo sabendo que um navegador como eu não escolhe tempos para se fazer ao mar. E pergunta muito bem, pois só um papalvo é que agora em pleno Janeiro agarrava numa botelha de whisky e punha-se a remar por esse mar fora!
Não, nada disso. Agora navega-se doutra forma, mais de acordo com as novas tecnologias, sem sair de casa.
Assim, pus-me a navegar na net e dei com um "site" que se chama "dámoteupau.com" onde se abrem os horizontes a uma imensidão de russas, romenas e outras desses países que, coitadinhas, procuram consolo e amor por esses mundo fora.
Pois após "visitar" várias centenas de "perfis" com e sem foto, apontei baterias para um desses com foto que me encheu as medidas. Russa, olhos verdes, loura de cabelos escorridos, 1, 70 em 60 kg de formosura, ali na foto a olhar-me nos olhos e a dizer:"Olá. Chama-me e eu dou-te tudinho, meu príncipe encantado!!"
Claro que antes de, com o cartão de crédito visa, desembolsar os necessários e obrigatórios 54 dólares para poder contactar via mail durante 3 dias à borla com duas das pretendentes, analisei profundamente as mais interessantes e de início fiquei indeciso entre a Inga, uma romena tipo cigana de fazer parar o trânsito em Monsanto mas com um interior fantástico e a Vladmira Prokofa, a que escolhi em definitivo.
Sabendo eu que nunca se sabe quem estará do outro lado, tive de fazer opções para não estar a esbanjar o dinheiro em vão. Por isso atirei para o lixo todas as que se diziam dar para os dois lado, ficando apenas com as que eram hetero. Depois seleccionei as que me davam mais confiança de estarem ali numa atitude séria, mesmo dispostas a encontrarem o homem da sua vida, aquele que as levasse ao altar para todo o sempre. Por isso apenas seleccionei as que diziam que queriam uma relação para casar.
Agora, com a lista definida, apenas teria que escolher as melhores. A Inga, para além de ser modelo fotográfico, trabalha à noite para ajudar a mãezinha. Embora não tenha ainda um curso superior, está a ter aulas de romeno para principiantes para poder ingressar na universidade, o que é compatível com o seu horário de trabalho. Logo é uma moça com qualidades invejáveis, que apenas quer encontrar um marido para viajar e dar-lhe o conforto do amor que, diz, lhe tem faltado ultimamente pois deduzo das suas palavras que não há dinheiro para pagar a comidita, quanto mais o amor?Obviamente, o amor não se paga mas sempre é necessário um dinheirito para umas prendas, uns jantaritos à luz de vela, etc. Coitadinha! Bem, de corpinho?.. aquilo é melhor que uma xuxa da Benetton para um puto de 8 meses! E não creio que a foto não seja mesmo dela, pois parece tão autêntica?
Mas a que me levou mesmo, a que eu engatei, a minha escolhida, foi a russa Vladmira Prokofa! Tem 38 anos mas na foto parece ter dezoito. Uns olhos, uma boca, umas mamas, umas pernas, um traseiro?uau, é do melhor. E depois tem um curso superior em gestão, mas como é muito exigente, está a estudar durante o dia para tirar o mestrado em gestão aplicada internacional, pelo que trabalha à noite na gestão de um hotel lá na terra dela. Isto é que é sacrifício pela vida. Gosta de todos os tipos de música, embora diga que a japonesa e chinesa não lhe agrada muito. Também a mim, claro. Quer encontrar um rapaz bem posicionado na vida, que não seja casado, que possa sustentar uma família no lar doce lar, onde ela diz não se importar de cozinhar e fazer as lides da casa, o que gosta mesmo de fazer só para agradar ao homem da sua vida. Diz ainda que é uma bomba sexual, pronta a explodir ao menor sinal do seu amor, aquele que quer encontrar apenas para casar. Na descrição que faz do seu querido, eu encaixo-me na perfeição, pois até é bem clara ao dizer que apenas quer um querido que viva num país da união europeia.
Já lhe enviei dois mails, pois no primeiro esqueci-me de lhe dizer quanto é que eu ganho, como prova de que estou mesmo disposto a pagar-lhe todas as despesas para vir até aqui para casarmos e que posso perfeitamente suportar a vida a dois. Bem, a dois não propriamente. Antes a três, porque ela tem uma filhinha com 13 anitos com quem vive na casa da sua mãe, mas a mãe virá apenas cá ao nosso casamento, já lhe disse, porque a senhora até é doente e lá na terra delas é que tem o serviço médico a que já está habituada.
Assim caros leitores, em vez de uma , acabei por engatar duas garinas. Está bem que só quero a Vladmira, a miúda é um contrapeso e sempre vai ajudar a termos logo uma família completa! Só espero receber a resposta dela aos meus mails para tratar de tudo!!
Isso, fiquem com água na boca!! Mas eu é que sei como engatar duas garinas pela módica quantia de 54 dólares!
Depois convido-vos para o casório.
E foi por isso que resolvi pôr-me de novo a navegar!
Claro que contribuiu em muito o ter acabado de ler no "Público", edição de Dom. 18 Jan., o artigo com o título "As ligações perigosas da dinastia Bush ao dinheiro do Médio Oriente", onde fiquei a saber que isto já vem do tempo do bisavô do Broche actual, pelo que não é apenas uma mania de brincar às guerras, mas antes uma questão do foro biológico que só a genética mais evoluída poderá explicar. E como se não chegasse, ao virar a ultima página do dito "Público", dei de caras com um artigo sobre o reino da Suazilândia, onde toda a sua população de 1,1 milhões vive na miséria quase absoluta à excepção de Sua Alteza Real e acólitos, tendo o rei pedido esta semana ao governo o dinheiro suficiente para fazer obras em três dos seus palácios e construir vários outros, e isto para agradar às suas 11 esposas.
Por tudo isto e muito mais a que um navegador solitário está sujeito neste mundo cão (sem ofensa aos canídeos), resolvi de imediato pôr-me a navegar.
"Com este frio ir para o mar"!? perguntará o leitor neste momento, mesmo sabendo que um navegador como eu não escolhe tempos para se fazer ao mar. E pergunta muito bem, pois só um papalvo é que agora em pleno Janeiro agarrava numa botelha de whisky e punha-se a remar por esse mar fora!
Não, nada disso. Agora navega-se doutra forma, mais de acordo com as novas tecnologias, sem sair de casa.
Assim, pus-me a navegar na net e dei com um "site" que se chama "dámoteupau.com" onde se abrem os horizontes a uma imensidão de russas, romenas e outras desses países que, coitadinhas, procuram consolo e amor por esses mundo fora.
Pois após "visitar" várias centenas de "perfis" com e sem foto, apontei baterias para um desses com foto que me encheu as medidas. Russa, olhos verdes, loura de cabelos escorridos, 1, 70 em 60 kg de formosura, ali na foto a olhar-me nos olhos e a dizer:"Olá. Chama-me e eu dou-te tudinho, meu príncipe encantado!!"
Claro que antes de, com o cartão de crédito visa, desembolsar os necessários e obrigatórios 54 dólares para poder contactar via mail durante 3 dias à borla com duas das pretendentes, analisei profundamente as mais interessantes e de início fiquei indeciso entre a Inga, uma romena tipo cigana de fazer parar o trânsito em Monsanto mas com um interior fantástico e a Vladmira Prokofa, a que escolhi em definitivo.
Sabendo eu que nunca se sabe quem estará do outro lado, tive de fazer opções para não estar a esbanjar o dinheiro em vão. Por isso atirei para o lixo todas as que se diziam dar para os dois lado, ficando apenas com as que eram hetero. Depois seleccionei as que me davam mais confiança de estarem ali numa atitude séria, mesmo dispostas a encontrarem o homem da sua vida, aquele que as levasse ao altar para todo o sempre. Por isso apenas seleccionei as que diziam que queriam uma relação para casar.
Agora, com a lista definida, apenas teria que escolher as melhores. A Inga, para além de ser modelo fotográfico, trabalha à noite para ajudar a mãezinha. Embora não tenha ainda um curso superior, está a ter aulas de romeno para principiantes para poder ingressar na universidade, o que é compatível com o seu horário de trabalho. Logo é uma moça com qualidades invejáveis, que apenas quer encontrar um marido para viajar e dar-lhe o conforto do amor que, diz, lhe tem faltado ultimamente pois deduzo das suas palavras que não há dinheiro para pagar a comidita, quanto mais o amor?Obviamente, o amor não se paga mas sempre é necessário um dinheirito para umas prendas, uns jantaritos à luz de vela, etc. Coitadinha! Bem, de corpinho?.. aquilo é melhor que uma xuxa da Benetton para um puto de 8 meses! E não creio que a foto não seja mesmo dela, pois parece tão autêntica?
Mas a que me levou mesmo, a que eu engatei, a minha escolhida, foi a russa Vladmira Prokofa! Tem 38 anos mas na foto parece ter dezoito. Uns olhos, uma boca, umas mamas, umas pernas, um traseiro?uau, é do melhor. E depois tem um curso superior em gestão, mas como é muito exigente, está a estudar durante o dia para tirar o mestrado em gestão aplicada internacional, pelo que trabalha à noite na gestão de um hotel lá na terra dela. Isto é que é sacrifício pela vida. Gosta de todos os tipos de música, embora diga que a japonesa e chinesa não lhe agrada muito. Também a mim, claro. Quer encontrar um rapaz bem posicionado na vida, que não seja casado, que possa sustentar uma família no lar doce lar, onde ela diz não se importar de cozinhar e fazer as lides da casa, o que gosta mesmo de fazer só para agradar ao homem da sua vida. Diz ainda que é uma bomba sexual, pronta a explodir ao menor sinal do seu amor, aquele que quer encontrar apenas para casar. Na descrição que faz do seu querido, eu encaixo-me na perfeição, pois até é bem clara ao dizer que apenas quer um querido que viva num país da união europeia.
Já lhe enviei dois mails, pois no primeiro esqueci-me de lhe dizer quanto é que eu ganho, como prova de que estou mesmo disposto a pagar-lhe todas as despesas para vir até aqui para casarmos e que posso perfeitamente suportar a vida a dois. Bem, a dois não propriamente. Antes a três, porque ela tem uma filhinha com 13 anitos com quem vive na casa da sua mãe, mas a mãe virá apenas cá ao nosso casamento, já lhe disse, porque a senhora até é doente e lá na terra delas é que tem o serviço médico a que já está habituada.
Assim caros leitores, em vez de uma , acabei por engatar duas garinas. Está bem que só quero a Vladmira, a miúda é um contrapeso e sempre vai ajudar a termos logo uma família completa! Só espero receber a resposta dela aos meus mails para tratar de tudo!!
Isso, fiquem com água na boca!! Mas eu é que sei como engatar duas garinas pela módica quantia de 54 dólares!
Depois convido-vos para o casório.
sexta-feira, janeiro 16, 2004
Um Esforço Inglório...
Só para acrescentar algumas achegas a este país de faz de conta:
Regionalização
O pessoal votou contra depois de o terem convencido que o país iria ficar esfrangalhado, que o Algarve ficaria independente mais as Berlengas, e essa treta toda. Nem mesmo os defensores da dita conseguirem convencer o Zé Pacóvio da sua razão.
O resultado está à vista: descentralização à lá PP/PSD com a criação de supostas associações de municípios, quase todos da mesma cor política do actual governo, reinvidicando a torto e a direito, sem planos, sem estudos, sem nada. Ou seja, mais um sorvedouro do nosso dinheirinho para pagar favores a clientelas e amiguinhos.
Qualquer dia, ou seja daqui a cinquenta anos, virá um burocrata qualquer de Bruxelas dizer que Portugal é o único país do Sistema Solar sem regionalização, e que para continuar na UE (se existir) terá que se regionalizar urgentemente ou perderá direito a mais fundos etc..
Aborto
O pessoal votou contra depois de o terem convencido que afinal tudo não passava de uma bem planeada chacina dos inocentes.
Nem mesmo os defendores da despenalização conseguiram convencer o Zé Pacóvio da sua razão. O resultado está à vista: quem tem dinheiro aborta em Espanha ou na Inglaterra, quem não tem sujeita-se à parteira de vão de escada ou vai para a cadeia por infringir a lei.
Qualquer dia, ou seja daqui a cinquenta anos, virá um burocrata qualquer de Bruxelas dizer que Portugal é o único país do Sistema Solar sem despenalização do aborto, e que para continuar na UE (se existir) terá que rever a lei respectiva ou perderá direito a mais fundos etc..etc..
Reparem que a redacção é a mesma, só muda o motivo.
Descubram mais coisas que se poderiam ter feito e não se fizeram. Descubram, por exemplo, a novela do TGV. Primeiro fazia-se, toda a gente queria um TGV com apeadeiro à porta do quintal. Depois não se fazia porque os idosos e os reformados estavam primeiro, e patatipatata. Agora já se faz de novo, porquê? Porque um burocrata de Bruxelas....já conhecem a história.
Pondo de parte (por agora) as verdadeiras razões que estarão por detrás destes supostos interesses da UE no nosso suposto desenvolvimento, apenas direi que nenhum país, ou região, ou Federação de países, ou União deles, estaria interessado em ter nas suas fileiras um cantinho povoado de atrasados mentais governados por politicos hipócritas, corruptos e sem escrúpulos para quem todos os fins justificam todos os meios. Nem mesmo o sr. Berlusconi precisaria dessa concorrência. Além disso, os portugueses continuam a ser mal educados, cospem para o chão, falam alto, gabam-se de ser uns merdas com pretensões a Merdas, e, mais grave de tudo isto, dão muito nas vistas apesar de ninguém lhes ligar peva ou saberem que existem.
Imaginem só, alguém da Nova Zelândia, da Austrália ou do Japão a falar da União Europeia.
“Europeus? Há os alemães, os ingleses, os franceses, os italianos, os espanhóis, mas existem também meia dúzia de gajos mal educados, que cospem fininho, arrotam postas de pescada, fingem que vivem decentemente mas não passam de uns borra-botas a quem basta acenar com uma nota de 5 euros para matar o pai e comer a mãe. Não sei quem são, mas com tipos assim a UE que se lixe.”
Bem se esforçam os burocratas de Bruxelas…
Regionalização
O pessoal votou contra depois de o terem convencido que o país iria ficar esfrangalhado, que o Algarve ficaria independente mais as Berlengas, e essa treta toda. Nem mesmo os defensores da dita conseguirem convencer o Zé Pacóvio da sua razão.
O resultado está à vista: descentralização à lá PP/PSD com a criação de supostas associações de municípios, quase todos da mesma cor política do actual governo, reinvidicando a torto e a direito, sem planos, sem estudos, sem nada. Ou seja, mais um sorvedouro do nosso dinheirinho para pagar favores a clientelas e amiguinhos.
Qualquer dia, ou seja daqui a cinquenta anos, virá um burocrata qualquer de Bruxelas dizer que Portugal é o único país do Sistema Solar sem regionalização, e que para continuar na UE (se existir) terá que se regionalizar urgentemente ou perderá direito a mais fundos etc..
Aborto
O pessoal votou contra depois de o terem convencido que afinal tudo não passava de uma bem planeada chacina dos inocentes.
Nem mesmo os defendores da despenalização conseguiram convencer o Zé Pacóvio da sua razão. O resultado está à vista: quem tem dinheiro aborta em Espanha ou na Inglaterra, quem não tem sujeita-se à parteira de vão de escada ou vai para a cadeia por infringir a lei.
Qualquer dia, ou seja daqui a cinquenta anos, virá um burocrata qualquer de Bruxelas dizer que Portugal é o único país do Sistema Solar sem despenalização do aborto, e que para continuar na UE (se existir) terá que rever a lei respectiva ou perderá direito a mais fundos etc..etc..
Reparem que a redacção é a mesma, só muda o motivo.
Descubram mais coisas que se poderiam ter feito e não se fizeram. Descubram, por exemplo, a novela do TGV. Primeiro fazia-se, toda a gente queria um TGV com apeadeiro à porta do quintal. Depois não se fazia porque os idosos e os reformados estavam primeiro, e patatipatata. Agora já se faz de novo, porquê? Porque um burocrata de Bruxelas....já conhecem a história.
Pondo de parte (por agora) as verdadeiras razões que estarão por detrás destes supostos interesses da UE no nosso suposto desenvolvimento, apenas direi que nenhum país, ou região, ou Federação de países, ou União deles, estaria interessado em ter nas suas fileiras um cantinho povoado de atrasados mentais governados por politicos hipócritas, corruptos e sem escrúpulos para quem todos os fins justificam todos os meios. Nem mesmo o sr. Berlusconi precisaria dessa concorrência. Além disso, os portugueses continuam a ser mal educados, cospem para o chão, falam alto, gabam-se de ser uns merdas com pretensões a Merdas, e, mais grave de tudo isto, dão muito nas vistas apesar de ninguém lhes ligar peva ou saberem que existem.
Imaginem só, alguém da Nova Zelândia, da Austrália ou do Japão a falar da União Europeia.
“Europeus? Há os alemães, os ingleses, os franceses, os italianos, os espanhóis, mas existem também meia dúzia de gajos mal educados, que cospem fininho, arrotam postas de pescada, fingem que vivem decentemente mas não passam de uns borra-botas a quem basta acenar com uma nota de 5 euros para matar o pai e comer a mãe. Não sei quem são, mas com tipos assim a UE que se lixe.”
Bem se esforçam os burocratas de Bruxelas…
Subscrever:
Mensagens (Atom)