quinta-feira, julho 05, 2012

Até sempre, Comandante!




Partiu em viagem para novos mundos o mui estimado e valoroso Kumandante da famosa Tripulação Maravilha, tendo iniciado a sua odisseia no Tejo que banha esta Lisboa junto ao local donde em tempos idos se fizeram à descoberta de novos mundos os navegantes comandados pelo Vasco da Gama.

Também nós um dia te iremos encontrar quando iniciarmos nossa derradeira viagem.
Até sempre, Comandante!

2º (e único) Remador

terça-feira, abril 03, 2012

Mais valia estar quieto


Interrompo esta pausa para lembrar que os criminosos deste país de nome genérico “desempregados”, “precários”,  “doentes crónicos”, “pensionistas” e “dependentes do RSI” continuam por aí à solta e fazer das suas. Espera-se que o governo e a troika abram mão de mais medidas para combater esta onda de criminalidade, a saber, cortes nas baixas por doença, cortes nos subsídios de férias e natal, aumentos genéricos dos transportes, portagens, taxas moderadoras, combustíveis e electricidade.
Os Catrogas, Mexias e Mira Amarais deste país precisam de segurança para os seus negócios e mostrar competências. Os beneficiados do regime agradecem, o Miguel Macedo cá estará para zelar pelo seu bem estar.
O resto é só inveja, senhores.

sexta-feira, fevereiro 24, 2012

Sem Tempo





Para quem gosta de cinema simples, popular e inteligente:

Estamos num mundo onde o tempo é a única moeda de troca. O crescimento é normal até aos 25 anos, mas uma modificação genética à nascença apenas permite mais um ano de vida, a não ser que se encontrem processos para conseguir mais tempo. Os ricos ganham décadas de vida mantendo a aparência de 25 anos, e tornam-se prácticamente imortais, enquanto os mais pobres têm de lutar por mais horas de vida todos os dias. Tudo se paga com tempo, uma viagem de autocarro, uma noite num hotel, portagens, uma bebida num bar, um dia de  trabalho.
Os bancos em vez de dinheiro guardam dispositivos armazenadores de tempo que pertencem aos mais ricos. A polícia ou os guardiões do tempo protegem os ricos, as mafias do tempo encarregam-se de extorquir  tempo a qualquer um até à morte. Quando o relógio de vida implantado no braço de cada pessoa chega a zeros, esta sofre uma espécie de colapso e morre de imediato.
Nesta sociedade a luta pela sobrevivência é a mais dura e violenta: se não tens tempo, morres.
O casal que protagoniza o filme toma a decisão mais lógica para destruir o sistema: assaltar os bancos do tempo e distribuí-lo gratuitamente por toda a gente. 
O argumentista nem precisou de muito trabalho para inventar uma história destas: bastou olhar a realidade à sua volta e substituir o dinheiro pelo tempo de vida.
Não é um grande filme, nem tem grandes efeitos especiais. Mas é um filme honesto, divertido e inteligente. E com um toque de subversão que cai como um mimo nestes tempos de merda.

Para aguçar o apetite aqui fica o trailer:



quinta-feira, fevereiro 16, 2012

Eles vivem, nós morremos lentamente






Acontece que às vezes os meus furiosos serões praticando zapping em frente ao televisor, especialmente quando por lá rumina um mário crespo ou uma judite de sousa, são devidamente compensados com verdadeiras pérolas de cinema, daquelas pérolas que eu gosto e não da merda que os críticos armados ao pingarelho gostam. Como sou assinante de um pacote de tv ao domicílio, e como tal vivendo acima das minhas possibilidades que só dariam para frequentar os quatro bordéis que se intitulam de tv portuguesa, apanhei um destes dias um filmaço que revivi com redobrado prazer ao fim de tantos anos: They Live!, ou Eles Vivem! de um senhor chamado John Carpenter.
They Live! é da colheita de 1988, quando por aí pastavam reagans e tatchers e por cá já regurgitava um tal de cavaco, esse grande estadista. Pois o sacana do Carpenter, que mesmo sendo americano não andava distraído, resolveu de uma forma simples, barata e bem esgalhada tecer forte crítica aos putativos senhores do mundo à época, não deixando nada de fora nem pedra sobre pedra. 
Mas o que mais me cativou neste revisionamento foi a actualidade do filme, sem tirar nem pôr. Está lá tudo, a exploração, a marginalização, o desemprego, a manipulação de massas, e sempre, sempre a puta da tv. Tudo muito embrulhado, condimentado e bem servido como se de um filme de horror e ficção cientifica se tratasse. Os dois protagonistas são dois assalariados da construção civil, mal pagos e de sonhos desfeitos que como é normal nas americanices acabam por dar a volta à situação denunciando o que se esconde por detrás dos programas de tv, dos anúncios publicitários em todas as esquinas, dos polícias, dos yuppies, dos políticos. Houve situações que me fizeram lembrar o Portugal de hoje, como se as homilias do ministro gaspar ou as mentiras do passos coelho, esse grande estadista, pudessem alguma vez ser traduzidas em inglês. John Carpenter é um dos grandes realizadores americanos e mais apreciado fora dos states que lá dentro, com obras míticas do terror e ficção científica bem mais apetecíveis que as catilinárias apocalípticas do medina carreira.
Ah, e tem a cena de porrada mais longa da história do cinema (isto é talvez um exagero, mas a puta da cena dura que se farta!).
Qualquer sacana que se preze deve ver este filme e apreciá-lo devidamente. E se não gostar é porque é um grande filho da puta, lambe-botas e monte de merda, que só merece ser sodomizado por uma manada de miguéis relvas.


quarta-feira, fevereiro 15, 2012

Irresistível!!




O Inimigo Público, no seu melhor:

Depois de ter acabado com o Corpo de Deus, 15 de Agosto, 5 de Outubro, 1 de Dezembro e de não ter dado tolerância de ponto aos funcionários públicos no Carnaval, Passos Coelho prepara uma pequena alteração ao ano litúrgico, nomeadamente a Semana Santa, de forma a obter uma versão da Páscoa mais adaptada a um país que quer ser mais competitivo.
“A Última Ceia a uma quinta-feira é coisa de garoto mimado e irresponsável que chula os pais e o Estado. Acabou-se a Sexta-Feira Santa e a Última Ceia passa a lanche ajantarado no sábado até às 23 horas, no máximo. Domingo de Páscoa passa a ser o dia do julgamento, paixão, crucificação, morte, sepultura e ressurreição. Também Jesus Cristo tem de deixar de ser piegas!”, revelou Passos Coelho


terça-feira, fevereiro 14, 2012

Sem sentido e não digerido



Inventar um texto credível para colocar neste blogue é, nos tempos que correm, uma tarefa ciclópica.
Mesmo que me esteja cagando para o acordo ortográfico, a simples ligação de palavras de modo a fabricar um aborto literário legível para os dois leitores do cesto provoca-me espasmos e contorcionismos que podem descambar numa hérnia discal. Não sendo um letrista de fados como o Vasco Graça Moura, nem um verborreico como o Pacheco Pereira, muito menos um sacana como o António Barreto, a minha prosa resulta numa amálgama sem sentido tal qual uma aula de economia do professor Cantiga Esteves. Desengane-se pois o leitor se pensa que vai aprender aqui alguma coisa. Tirando os insultos do costume aqui non pasa nada. Gostaria de ter o verbo curto e grosso de Medina Carreira, mais a sua opinião desassombrada, mas o que me calha é qualquer coisa ensombrada e até assombrada como um portergeist com o aspecto de um Vítor Gaspar, que incrívelmente consegue tirar-me o sono apesar do tom monocórdico e soporífero com que dejecta, semelhante a uma tortura chinesa.
Vem isto a propósito de que os média ou os mérdia como quiserem, apostam em comentadores que a coberto que de um falso contraditório, servem propósitos obscuros de disseminação da santa ignorância em que tudo bem espremido não passa de um resumo da arte de foder o próximo. Agradecem os detentores do poder político, económico e social, agradece a troika, agradece frau Merckl, agradece o FMI. E também muito agradecido deve estar o sr. primeiro ministro, cujo ar de menino de coro a quem apalpavam o cú na instrução primária serve às mil maravilhas os propósitos da enfadonha união europeia limitada aos tristes godos do norte, a bem da raça branca, muito pura, muito loura e muito ética.
Deixar que lhes apalpem o cú enquanto a nós, alegras mortais sulistas, morenos e gastadores, nos enfiam a verdasca sem pedir licença e com areia na vaselina. Mas o que mais me dói nem sequer é esta sucessão de enrabadelas, o que mais me dói é o aviltante rebolar de riso de um Catroga, que deveria estar a jogar dominó no jardim da Estrela, de um Mira Amaral que engole as consoantes ao mesmo tempo que cospe perdigotos, mais uma manada de servos do regime que se arregimentam em prebendas e cadeiras de conselhos de administração, mugindo de gozo  e pedindo aos santinhos que a crise se prolongue até à eternidade.
Como se vê tentar dar algum sentido e alguma seriedade a um texto não está definitivamente ao meu alcance. Começar com uma autocrítica e acabar em desmandos de natureza sádica e sexual é coisa que o único leitor do blogue (o outro já deve ter cortado os pulsos) certamente não esperava. Mas eu avisei da falta de sentido desta prosa. 
Sentido de estado, entenda-se. 

quinta-feira, fevereiro 02, 2012

CHAMEM-ME AGORA DE PÉSSIMISTA, VÁ!


Ao receber um mail de um amigo em que este se espantou com o brutal aumento do passe social, achei por bem enviar-lhe esta missiva:

Estás espantado por teres pago este mês o passe social com um aumento de 64%? Ficaste de boca aberta? Chamaste-lhes pela milionésima vez filhos da puta e ladrões?

Não entendo porquê esse espanto. De espantar é que só agora os passes do teu transporte público (e tudo o resto) estejam a subir loucamente, o que vamos sentir na realidade ao longo deste ano, no próximo e mais no pós-próximo. E só subiram 64%? Podiam já ter subido para 200%, assim evitavam perdas de tempo e mais conversas futuras, além de contribuirem para o final feliz que pretendem, além de nas vésperas das eleições poderem fazer um figurão a baixá-los aí uns 10%. São mesmo bestas, coitados.
De espantar é como apenas agora estas subidas estão a acontecer. Cá para mim é a grande imbecilidade deste governo e dos que de há 35 anos não foram capazes de ter feito isto bem mais cedo. Até para eles, os donos nacionais e os seus funcionários políticos, são péssimos gestores.

Num país cheio de atrasados mentais, incultos e educados na base do salve-se quem puder seguindo a cartilha de formação empresarial de qualquer pato-bravo com a terceira classe incompleta, onde futebol, para os machos, enche os cafés à volta duma tv, e big brother, para as fêmeas, são os programas da televisão que levam o pessoal a estarem atentos e tema de conversa e discussão nos dias seguintes, admira-me que este descalabro não tenha acontecido há mais tempo.

Não me esqueço dos governos do grande amigo dos americano-franco-alemães Mário Soares, onde até já o FMI andou cá a fazer favores e a obter o conhecimento in loco e ao vivo do que tinha este país e poderiam um dia mais tarde vir buscar, criando e desenvolvendo nas cabecinhas papalvas do zé povo o entendimento que não há esquerda nem direita, que o socialismo "moderno" e á portuguesa come à mesma mesa que o capitalismo desumano mas com fraseologia diferente, ou seja, enquanto os direitinhas capitalistas encomendam lagosta suada sem casca, os socialistas encomendam lagosta com casca mas não suada, e que o pior do mundo, e da sociedade nacional, foram e são eternamente os comunistas e o seu cheiro que englobam todos e qualquer que seja contra o sistema do capital, governos estes que apregoaram aos sete ventos que a entrada de Portugal na CEE iria ser como se a Suiça fosse imigrar para cá, em salários, em qualidade de vida, em modernidade, até os lindos lagos viriam, e que a partir daí este país e o zé povo nunca mais seriam pobretanas e que os maus da fita com assento na CEE iriam baixar o bico e passavam por arte do estalo de dedos de vilões a donzelas amigas e prestáveis; nem nos do Cavaco Silva, onde as "ajudas" da CEE foram trocadas pelas privatizações, ofertas do tecido produtivo e recursos nacionais, tais como a agricultura, pescas e etc., e foram exímios profissionais de marketing vendendo ao zé povo da classe média portuguesa a ideia de que todos podiam passar a ricalhaços do capital bastando entrarem na compra/venda de acções e a máxima dita uns anos antes pelo fundador do CDS, Freitas do Amaral, que a cada português uma casa, donde o crédito, dívida e subjugação aos donos e patrões passaram a ser o bem estar nacional; nem me esqueço dos governos do António Guterres em que fizeram, com pompa e circunstância, as vénias ao euro que acabava de entrar numa economia endémicamente sempre de rastos e levando, na continuidade dos anteriores governos, ao desbaratar do público rentável para o privado, fazendo das privatizações a moeda de troca para os gastos e mordomias "à la carte", continuando o caminho de vender em saldo o futuro do zé povo, até à fuga do primeiro-ministro para junto dos seus amigos de quem sempre foi um devoto servidor; nem me esqueço dos governos do Durão Barroso em que fizeram os trabalhos de casa da escola da UE e de mercearia nacional distribuidora de bens, de mão beijada, aos donos do capital europeu e nacional a preços de saldo, rápidamente  a transformaram em grande superfície comercial onde as campanhas promocionais dos produtos existentes passaram a ser permanentes, ganhando em troca vales de promessas aldrabadas de um futuro melhor e onde o Paulo Portas comprou submarinos ajudando ao afundamento do país, até à fuga do primeiro-ministro para Bruxelas, onde lhe deram o cargo de presidente da UE como pagamento pelos favores feitos aos EUA e Inglaterra para a conquista do Iraque e sabendo que ele seria um obediente servo dos maiores interesses económicos e financeiros da região e afins; nem do governo do Santana Lopes que em poucas semanas ainda teve tempo para lançar mais uns leilões e gastar à farta o que era nacional, aliás na senda e bom caminho dos seus antecessores e colegas de carteira; nem me esqueço dos governos do José Sócrates que em seis anos conseguiram fazer o trabalho de casa que os outros todos ao longo de décadas não conseguiram, vendendo ou preparando a venda do que ainda restava e tinha algum valor, não apenas os bens materiais mas também os já por si fracos bens de cabeça do zé povo, usando com maestria a arte da publicidade enganosa vendendo ao povo o capitalismo neoliberal fardado de socialismo moderno com o pomposo nome de esquerda, e levaram ao expoente máximo a arte da magia e do vodoo transformando o péssimo em menos mau e os maus em bonzinhos e fazerem desaparecer os milhões diários mendigados aos donos da UE para pagarem os buracos a que não podiam fugir nas contas do estado e para encherem os bolsos aos que já os tinham cheios, passando de devedores bilionários a credores do já falado zé povo mas sempre com uma atitude paternal e um sorriso de a bem da nação e cautelas de lotaria de um futuro melhor para todos, estendendo a passadeira azul para a entrada da comitiva neoliberal nacional, europeia e mundial, com direito a fanfarra e foguetes; nem me esqueço do governo do Passo Coelho, qual Napoleão montado em Mercedes Benz que entrando triunfalmente na arena do coliseu romano dos financeiros e dos económicos, onde ainda decorre o confronto entre gladiadores e leões, ergue seu braço direito estendido à altura do ombro e entre os cadáveres ensanguentados dos animais, virando-se para a bancada do capitalismo selvagem, diz: "Eu faço o que vocês querem e ainda mais farei!". 
E também não me esqueço que nesta democracia à portuguesa orientada pela UE e ainda sob a batuta do imperialismo económico americano, cerca de quatro milhões do tal zé povo tem sempre votado neles, quais masoquistas virando-se para os sádicos: "Bate-me com mais força que eu gosto!".

Por ter tentado andar sempre atento, de há muitos anos que me foi fácil suspeitar o que aí viria como inevitável, e muitos me chamavam de péssimista. Agora e hoje esses podem entender que afinal o que chamavam de péssimismo era nem mais nem menos do que realismo, o que também sempre lhes dizia. Só não podia prever quando se chegaria ao ponto de não retorno e em que o zé povo iria começar a comer erva, desde que consiga ter água para a rega.
Agora é tarde para se conseguir dar a volta a uma superior instituição de malfeitores, de mentes perversas, de mafias bem organizadas, de ladrões encartados e legais, em suma, a uma classe de políticos e donos de poderes nacionais em que o zé povo se habituou a votar democráticamente de há muitas décadas, mesmo com tudo à frente dos olhos, concedendo-lhes o estatuto natural de arruinarem, a seu belo prazer e interesse, um país que históricamente já vinha arruinado, a bem da nação e do interesse público.

Isto tudo apenas para espelhar que nada me espanta o começarmos agora a sentir os aumentos brutais de tudo o que é necessário para viver com algum nível de dignidade, nem me espanta o que aí vem de brutal, inadmissível e incrível. Se ainda há dois anos em Portugal já haviam cerca de 20% a viver no limiar da pobreza, é perfeitamente admissível que daqui a mais dois devemos ter aí uns 40%. Até quando, não sei, mas que não será por meia dúzia de anos, ai disso tenho a certeza.

A Grécia vai ao fundo próximamente, depois é Portugal, possivelmente antes de começar 2014. A bola do jogo mais abjeto do capitalismo neoliberal está a correr no campeonato europeu e os árbitros só sabem marcar penaltis e foras de jogo, como manda a lei da sapatilha.
Agora e até ao final de 2013, é bem provável que a classe média baixa portuguesa passe a "lixo tóxico" atingindo o nível de limiar da pobreza. Até 2014 ou 15, será a vez da classe média média passar a "lixo não reciclável". A classe média alta, essa tem forte probabilidade de passar ao nível superior, pelo menos uma parte significativa. E assim vamos cantando e rindo, levados pela imaculada e divina religião do capital, donde pontuam os sacristãos deste governo, dos anteriores e dos próximos, em fervorosa adoração aos bispos da UE e cardiais das finanças mundiais.
Os tais quatro milhões do zé povo, baptizados pela água bruta desta religião, a maioria deles sem darem por isso, irão continuar a ir à comunhão nas missas das igrejas do ps, psd e cds, recebendo a hóstia em forma de boletim de voto e regorgitando a cruzinha bendita, contra os ímpios anti-capitalistas "comunas" de um cabrão! A democracia do capital global agradece o fervor religioso e tem pernas para andar, e bem!

Vá, continuem a chamar-me péssimista que eu até gosto!

Recebido do 2º Remador, que tem o computador no prego.

sexta-feira, janeiro 13, 2012

O Ministro da Economia e os pastéis de nata



O Ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, sugeriu a internacionalização das empresas exemplificando com franchisings de pastéis de nata.

Sugiro também franchisings de cozido à portuguesa, favas com chouriço, tripas à moda do Porto, ervilhas com ovos escalfados, francesinhas e feijoada à transmontana.

Vamos exportar o que temos de melhor: o colesterol!!!

segunda-feira, janeiro 02, 2012

Finalmente 2012





O Ano de Todos os Perigos. O ano do salve-se quem puder. O ano do agora é que é. O ano que vai ficar na história por muitas e variadas razões, entre elas algumas.  O ano que segue a 2011 e antecede 2013. O ano decisivo. O ano de todos os apocalipses. O ânus.

Imagem  gamada ao blogue do Sérgio, que merece visita regular.