O título acima remete para uma famosa canção da Tripulação Maravilha. Veio-me à ideia porque depois de amanhã temos a eleição do presidente de todos os portugueses, claro que mais de uns do que de outros. Até aqui nada de especial, digo eu agora muito diferente do que diria até há 35 anos atrás. Só que a pôrra, desculpem-me se este termo faz parte do novo acordo ortográfico ou se se mantém no vocabulário do burgo, pois a pôrra é que vou apanhar com mais do mesmo, vamos ser obrigados a continuar a ver quase todos os dias nas tvs e jornais o mesmo cara de pau de laranjeira com míldio, vamos ter de mentalmente tomarmos doses cavalares de prosac para não darmos em doidos varridos de vez com as alarvidades que a pôrra deste cara de cú nos vai enfiar pelos ouvidos, cabeça e bolsos dentro pelo menos mais uns cinco anos, e ainda por cima servidas, as alarvidades, em bandeja apresentada por um próximo primeiro de um governo da sua maioria!! Vai fazer história, neste país de maltrapilhas, o bingo que previsivelmente vamos ter: os direitinhas assumidos todos em unísseno e a uma só voz no côro de uma assembleia da república maioritária, com um primeiro deles a dar passos de dança na coelheira e o seu presidente da mesma côr! Salva-me a sanidade mental hoje o ter a leve esperança que o côro, de tão afinado, leve isto para as urtigas à força toda e de vez. Pode ser que então alguma coisa aconteça para mudar à séria, nem que seja à porrada. Fica-me a esperança.
Mas deu-me para defecar aqui umas análises que andei a majicar, precisamente porque depois de amanhã vou às urnas, embora não seja muito do meu agrado andar a caminhar por cemitérios deste tipo, sem flores, sem relva, sem cheiros que não a mortos. E quero partilhá-las convosco, se tiverem a pachôrra de lerem o que se segue.
Pois bem, estas eleições para PR de há muito que são um best-seller nos escaparates das livrarias que não são frequentadas pelos que sabem ao menos ler, com o plagiado título "Crónica de Uma Votação Anunciada". O pôrra do Cavaco lá vai ganhar isto com bué de votos, para usar um dos novos vocábulos pós-acordo, pois basta vermos que nas últimas presidenciais em 2006, este pôrra ganhou à primeira e tinha pesos-pesados na corrida, pois o Soares+Alegre+Louçã tiveram 40,4%. O Alegre+Louçã tiveram 26% e os outros menos Cavaco e aqueles tiveram 9%. Assim, é fácil de entender que a vitória anunciada do Cavaco é uma certeza anunciada à primeira, pois na melhor das hipóteses, agora o Alegre+os outros menos Cavaco vai andar entre os 25% a quarenta e tal, nunca chegando a mais de 50%.
Daí que a remota hipótese de haver uma 2ª volta com Alegre, é coisa de meninos, e mesmo que houvesse, a pôrra ia dar ao mesmo do mesmo. O zé portuga ainda tem de comer muita azeitona e palha até tirar as pálas.
Quanto a votos nulos e brancos, após consultar a constituição e leis afins e confirmar com os resultados oficiais de eleições anteriores, a coisa é assim, para que não restem dúvidas: nas eleições presidenciais, os brancos e nulos não contam para os 100%, tal como a abstenção, logo só contam os votos válidos nos candidatos que tem de perfazer os 100%. Logo, nestas votar branco ou nulo é igual ao litro e apenas pode ser um consolo de alma para os que acham que um sistema democrático é o correcto, mas querem que se lixem os candidatos mais as suas mãezinhas. Já nas eleições legislativas, os votos brancos e nulos entram para os 100% e aqui interferem na % de cada partido, mas pena é que não contem como lugares em vazio no parlamento!
Portanto, nas presidenciais de 2006, os brancos e nulos foram apenas de 1,84% dos votantes, e nas legislativas de 2009 foram 3,08% do total dos votantes. Coisinha pouca, digo eu, na esperança de ver numeros muito maiores nas próximas.
Para ajudar aqueles que ainda andam um pouco à nora sobre o que fazer neste Domingo de urnas, aqui vai uma pequena ajuda à decisão:
Se tem um candidato por quem morre de amores, vote no candidato!
Se nenhum dos candidatos lhe serve, vote nulo!
Se nenhum candidato lhe serve mas mesmo assim quer dar a hipótese de uma 2ª volta, então tem 5 hipóteses à escolha:
1ºnunca voto num direitinha, então voto Nobre ou Lopes!
2ºnunca voto num esquerdinha, então voto Moura ou Coelho!
3ºtanto faz mas nunca voto Cavaco ou Alegre, então voto num qualquer menos nestes!
4ºtanto faz mas nunca voto Cavaco, então voto Alegre ou noutro qualquer menos aquele!
5ºtanto faz mas nunca voto Alegre, então voto noutro qualquer menos naquele e Cavaco!
Se nenhum candidato serve mas quero baixar % no Cavaco e Alegre, não quero dar esperanças ao Nobre para ainda ser tentado a fazer um partido mais tarde e aproveito para meter uma farpa no Jardim: voto Coelho!
Se não concordo com este tipo de democracia, voto nulo!
Se não concordo com qualquer sistema de democracia, então abstenho-me de votar!
Atenção ao voto em branco, pois não devemos esquecer que o pessoal que está na mesa de voto é convidado ou militante de um dos candidatos, e nada nos diz que uma cruzinha no nosso voto pode ser lá posta. Até porque já estão habituados às pequenas trafulhas, pelo memos alguns deles!
O voto nulo pode sempre ser bonito, pois um desenho lindo no local apropriado do boletim poderá fazer corar o elemento da mesa que o vê!
Voltando à canção, um dos hinos da maravilhosa tripulação, só vos digo que a letra acaba em bacanais!
E por aqui me fico, sem antes vos pedir para lerem os textos anteriores. No Cesto da Gávea, os tripulantes estão sempre defecando para todos estes merdólas que se enchem de "sinhores" à custa de todos nós! Boa votação!
sexta-feira, janeiro 21, 2011
Vou estar em reflexão, portanto não chateiem
Confesso que ainda não decidi em quem votar, mas de uma coisa estou certo, não votarei naquela coisa chamada Cavaco, que tem um efeito sobre mim como uma unha a raspar num quadro de ardósia. Alegre teria algumas hipóteses, exactamente por ter sido “desertor” e “traidor à pátria” como o classificam as alimárias de direita, e por ter escrito “Trova do vento que passa”. Fora isso Alegre continua a ser o tal que andou calado no parlamento durante mais de 30 anos, sem a tal coragem para desertar ou ser traidor ao partido em que milita, apesar das inóquas tentativas de marcar diferença. Nobre anda a arrastar o justo prestígio pelas lamas da amargura, mas para além destes erros de campanha ainda teria algumas hipóteses de levar o meu voto. Já Coelho merece toda a minha consideração por ter a coragem de enfrentar sózinho a aberração Jardim, assumir-se comunista mesmo sendo dissidente do partido, e por fazer uma campanha diferente e bem humorada. Tem francas hipóteses de ser o escolhido. Lopes é só para os indefectíveis do PCP, Defensor Moura não sei quem é nem sei se existe.
Outra hipótese é o voto nulo, branco, ou simplesmente mandar as eleições às urtigas. Como o tempo anda manhoso e o frio ameaça voltar, passear no domingo está quase posto de parte, de modo que certamente lá irei cumprir o “dever cívico”, e fazer de conta que vivo em democracia.
De uma coisa estou quase certo: a cavacada vai festejar no domingo a reeleição do seu dono, Alegre recolherá às boxes assumindo a derrota, Nobre irá decidir a criação de um partido, Lopes terá uma “votação extraordinária”, Coelho regressará à Madeira pronto para outras lutas, ou talvez não, Defensor Moura não sei quem é nem sei se existe. A abstenção baterá todos os recordes em eleições presidenciais, e o país continuará na mesma como à lesma, em lento afundar em águas turvas e com os mesmos filhos da puta ao comando e a guardarem os salva-vidas só para eles.
Mesmo sem Cavaco, ou com ele e apesar dele.
Nota: Este texto não foi escrito ao abrigo do acordo ortográfico, e deve conter erros devido à ileteracia militante do autor.
Outra hipótese é o voto nulo, branco, ou simplesmente mandar as eleições às urtigas. Como o tempo anda manhoso e o frio ameaça voltar, passear no domingo está quase posto de parte, de modo que certamente lá irei cumprir o “dever cívico”, e fazer de conta que vivo em democracia.
De uma coisa estou quase certo: a cavacada vai festejar no domingo a reeleição do seu dono, Alegre recolherá às boxes assumindo a derrota, Nobre irá decidir a criação de um partido, Lopes terá uma “votação extraordinária”, Coelho regressará à Madeira pronto para outras lutas, ou talvez não, Defensor Moura não sei quem é nem sei se existe. A abstenção baterá todos os recordes em eleições presidenciais, e o país continuará na mesma como à lesma, em lento afundar em águas turvas e com os mesmos filhos da puta ao comando e a guardarem os salva-vidas só para eles.
Mesmo sem Cavaco, ou com ele e apesar dele.
Nota: Este texto não foi escrito ao abrigo do acordo ortográfico, e deve conter erros devido à ileteracia militante do autor.
sexta-feira, janeiro 14, 2011
quinta-feira, janeiro 13, 2011
ATÉ À DESGRAÇA FINAL!
De vitória em vitória, até à desgraça final!
É assim aqui pelo burgo. Ainda ontem, os Sócrates e Teixeiras alarvemente davam gritos de contentes apregoando que a mais recente venda de títulos da dívida soberana tinha sido uma coisa fantástica. Apenas com juros de 6,7%, tinham conseguido obter umas massa valentes na ordem de 1,5 mil milhões de euros.
Fantástico! Lindo! Maravilhoso!
Eu, que destas coisas de empréstimos económicos ou financeiros sempre fugi como o diabo da cruz, pois desde muito cedo apreendi que, se pedir hoje emprestado, vou ter mais tarde de pagar muito mais do que o valor pedido, a bem ou a mal. Ou seja, a necessidade no momento de obter umas massas por qualquer motivo, obrigatóriamente vai implicar uma necessidade muito maior uns tempos mais tarde. Assim, apenas ganho uma coisa: ganho uns dias com o problema adiado, e por esses dias vou ter de pagar o carmo e a trindade.
Por isso, na minha qualidade de portuga, ainda fico espantado com as alarvidades desses senhores. Se conseguisse deixar de ser portuga por um momento que fosse, não ficaria espantado, pois nem outra coisa seria de esperar vindo de quem vem, vindo dos tais senhores que têm dedicado a sua vetusta inteligência a fornicar de qualquer forma a vidinha dos papalvos deste país, que somos todos nós excepto os tais senhores e suas putativas famílias mais chegadas.
Parece-me exercício fácil o imaginar o futuro deste país, e muito mais importante do que o país, as pessoas que tiveram, têm ou venham a ter a infelicidade de aqui viverem. É que a enorme quantidade de dinheiro que já está em dívida, portanto que os portugas já devem a outros, é por demais avultado para fazer com que isto seja não apenas um país adiado por décadas, no mínimo, mas um país que não mais pode ter independência económica e portanto, qualquer outra independência.
Mas o mais giro desta brincadeira é que a dívida de nós todos não é por culpa de todos nós, mas para alimentar o sistema financeiro em que os bancos e donos das finanças nacionais teimam em manter, para seu prazer e engordar os proventos.
E os Sócrates e Teixeiras apregoam vitória!
Mas como não bastando, aí temos os candidatos a PR deste país, Cavacos e Alegres, a vociferarem que querem vitória. Alegre, figura grada do PS, há trinta e cinco anos que anda ligado ao poder político deste país, assistindo impávido e sereno do seu lugar de deputado e dirigente partidário ao desmoronar das promessas e ideias que nasceram com o 25 de Abril, dando cobertura às aprovações legislativas mais abjectas que na AR têm atirado para o lixo o que sobrou do estado social, dando aplausos e concordância às leis mais capitalistas que têm infestado a nossa sociedade. Agora, como candidato a PR, apregoa com corôa de anjinho que, se ganhar, vai fazer isto e aquilo, precisamente o contrário do que tem andado a votar, permitindo que os seus correlegionários desfaçam em três tempos o que nem a direita tinha tido oportunidade de fazer.O Cavaco, pôdre de ter sido PM largos anos e sempre ligado ao poder e estrutura partidária do PSD desde o início da chamada democracia, e sendo ainda PR em fim de mandato, apregôa a torto e direito que, se ganhar, vai fazer o que nunca fez, embora tenha tido mais do que poder e oportunidade para o ter feito. Embora mesmo isso seja, na melhor das hipóteses, igual a zero.
Para mal dos pecados dos portugas, quer um quer outro será a continuidade da desgraça, e o sabido Cavaco por certo será o próximo PR com todo o conjunto de correlegionários PSD´s a serem governo mias dia menos dia. Outra vitória anunciada!
E asim vai o burgo, de vitória em vitória até à desgraça final!
Sem apelo nem agravo, aos portugas apenas lhes cabe continuarem cantando e rindo, embora dentro em pouco de tanto cantarem irão ficar roucos e quanto a rirem, já falta pouco para sentirem na pele que o último a rir é quem ri melhor!
É assim aqui pelo burgo. Ainda ontem, os Sócrates e Teixeiras alarvemente davam gritos de contentes apregoando que a mais recente venda de títulos da dívida soberana tinha sido uma coisa fantástica. Apenas com juros de 6,7%, tinham conseguido obter umas massa valentes na ordem de 1,5 mil milhões de euros.
Fantástico! Lindo! Maravilhoso!
Eu, que destas coisas de empréstimos económicos ou financeiros sempre fugi como o diabo da cruz, pois desde muito cedo apreendi que, se pedir hoje emprestado, vou ter mais tarde de pagar muito mais do que o valor pedido, a bem ou a mal. Ou seja, a necessidade no momento de obter umas massas por qualquer motivo, obrigatóriamente vai implicar uma necessidade muito maior uns tempos mais tarde. Assim, apenas ganho uma coisa: ganho uns dias com o problema adiado, e por esses dias vou ter de pagar o carmo e a trindade.
Por isso, na minha qualidade de portuga, ainda fico espantado com as alarvidades desses senhores. Se conseguisse deixar de ser portuga por um momento que fosse, não ficaria espantado, pois nem outra coisa seria de esperar vindo de quem vem, vindo dos tais senhores que têm dedicado a sua vetusta inteligência a fornicar de qualquer forma a vidinha dos papalvos deste país, que somos todos nós excepto os tais senhores e suas putativas famílias mais chegadas.
Parece-me exercício fácil o imaginar o futuro deste país, e muito mais importante do que o país, as pessoas que tiveram, têm ou venham a ter a infelicidade de aqui viverem. É que a enorme quantidade de dinheiro que já está em dívida, portanto que os portugas já devem a outros, é por demais avultado para fazer com que isto seja não apenas um país adiado por décadas, no mínimo, mas um país que não mais pode ter independência económica e portanto, qualquer outra independência.
Mas o mais giro desta brincadeira é que a dívida de nós todos não é por culpa de todos nós, mas para alimentar o sistema financeiro em que os bancos e donos das finanças nacionais teimam em manter, para seu prazer e engordar os proventos.
E os Sócrates e Teixeiras apregoam vitória!
Mas como não bastando, aí temos os candidatos a PR deste país, Cavacos e Alegres, a vociferarem que querem vitória. Alegre, figura grada do PS, há trinta e cinco anos que anda ligado ao poder político deste país, assistindo impávido e sereno do seu lugar de deputado e dirigente partidário ao desmoronar das promessas e ideias que nasceram com o 25 de Abril, dando cobertura às aprovações legislativas mais abjectas que na AR têm atirado para o lixo o que sobrou do estado social, dando aplausos e concordância às leis mais capitalistas que têm infestado a nossa sociedade. Agora, como candidato a PR, apregoa com corôa de anjinho que, se ganhar, vai fazer isto e aquilo, precisamente o contrário do que tem andado a votar, permitindo que os seus correlegionários desfaçam em três tempos o que nem a direita tinha tido oportunidade de fazer.O Cavaco, pôdre de ter sido PM largos anos e sempre ligado ao poder e estrutura partidária do PSD desde o início da chamada democracia, e sendo ainda PR em fim de mandato, apregôa a torto e direito que, se ganhar, vai fazer o que nunca fez, embora tenha tido mais do que poder e oportunidade para o ter feito. Embora mesmo isso seja, na melhor das hipóteses, igual a zero.
Para mal dos pecados dos portugas, quer um quer outro será a continuidade da desgraça, e o sabido Cavaco por certo será o próximo PR com todo o conjunto de correlegionários PSD´s a serem governo mias dia menos dia. Outra vitória anunciada!
E asim vai o burgo, de vitória em vitória até à desgraça final!
Sem apelo nem agravo, aos portugas apenas lhes cabe continuarem cantando e rindo, embora dentro em pouco de tanto cantarem irão ficar roucos e quanto a rirem, já falta pouco para sentirem na pele que o último a rir é quem ri melhor!
Uma caneta NÃO é mais forte que uma arma!
Por verificar cada vez mais, que esta filosofia é a correcta, tenho escrito muito pouco aqui no Cesta da Gávea mas, de vez em quando, lá vai mais uma cagadela.
Agora está a aparecer muito a "fábula" da rã na panela de água quente que se deixa cozer e o aviso associando-nos á rã.
OK, concordo mas para onde saltamos?
Para os outros países da Europa? Em alguns é melhor mas, segundo parece é uma questão de tempo. Além disso já estão cheios de muçulmanos e, segundo os avisos que me mandam, daqui a 20 anos serão eles que mandam.
Para os Amerdicanos? Parece que, "per capita" devem tanto à China como nós, e o "american way of life" já foi chão que deu uvas.
África? Para más condições de vida e corrupção generalizada fico cá pelo burgo que ao menos já sei com o que conto.
América do Sul? A parte espanhola é parecida com África e o Brasil só tem de bom as mulheres (o que não é pouco).
Médio Oriente = África mais clara, acrescentada de bombas a torto e a direito.
Rússia = África clara e com muito frio.
China fico com os olhos em bico. Parece que será o futuro dono do mundo (e nós alimentamos isso cada vez que trocamos a drogaria da esquina pela loja dos 300) mas a maior parte do país vive na idade média. E não me venham falar da cultura milenar. Não me consigo alimentar desta cultura. Além disso a língua escrita é de morrer.
Austrália - Ingleses, xenófobos e.... inundados.
Ilhas diversas pelos vários oceanos? - vão ser inundadas pela subida do nível dos mares.
Portanto fica o quê.
Se não tivesse família provavelmente tornava-me em terrorista (mas não os cobardolas que só atacam o Zé Povinho) e dedicava-me a malhar nos socrates e quejandos, nos grandes patrões que só chulam (não confundir com os empresários que criam e geram riqueza), nos comentadores e apresentadores de TV que por dizerem 30 min. de baboseiras ganham mais que eu num ano, etc.
Claro que não vou votar em Manuel Alegres (embora goste das suas letras) nem em Cavacos, nem em PC. Talvez no Nobre que é um Homem com H grande, mas ainda não sei. MAS VOU VOTAR (é, por enquanto, a única arma que tenho).
Gostava que todas as mensagens de desespero que enviam trouxessem associadas propostas para o caminho de saída e sem ser o trocar da rosa pelo laranja, azul ou qualquer outra cor.
Agora está a aparecer muito a "fábula" da rã na panela de água quente que se deixa cozer e o aviso associando-nos á rã.
OK, concordo mas para onde saltamos?
Para os outros países da Europa? Em alguns é melhor mas, segundo parece é uma questão de tempo. Além disso já estão cheios de muçulmanos e, segundo os avisos que me mandam, daqui a 20 anos serão eles que mandam.
Para os Amerdicanos? Parece que, "per capita" devem tanto à China como nós, e o "american way of life" já foi chão que deu uvas.
África? Para más condições de vida e corrupção generalizada fico cá pelo burgo que ao menos já sei com o que conto.
América do Sul? A parte espanhola é parecida com África e o Brasil só tem de bom as mulheres (o que não é pouco).
Médio Oriente = África mais clara, acrescentada de bombas a torto e a direito.
Rússia = África clara e com muito frio.
China fico com os olhos em bico. Parece que será o futuro dono do mundo (e nós alimentamos isso cada vez que trocamos a drogaria da esquina pela loja dos 300) mas a maior parte do país vive na idade média. E não me venham falar da cultura milenar. Não me consigo alimentar desta cultura. Além disso a língua escrita é de morrer.
Austrália - Ingleses, xenófobos e.... inundados.
Ilhas diversas pelos vários oceanos? - vão ser inundadas pela subida do nível dos mares.
Portanto fica o quê.
Se não tivesse família provavelmente tornava-me em terrorista (mas não os cobardolas que só atacam o Zé Povinho) e dedicava-me a malhar nos socrates e quejandos, nos grandes patrões que só chulam (não confundir com os empresários que criam e geram riqueza), nos comentadores e apresentadores de TV que por dizerem 30 min. de baboseiras ganham mais que eu num ano, etc.
Claro que não vou votar em Manuel Alegres (embora goste das suas letras) nem em Cavacos, nem em PC. Talvez no Nobre que é um Homem com H grande, mas ainda não sei. MAS VOU VOTAR (é, por enquanto, a única arma que tenho).
Gostava que todas as mensagens de desespero que enviam trouxessem associadas propostas para o caminho de saída e sem ser o trocar da rosa pelo laranja, azul ou qualquer outra cor.
Licking Assholes...
Detesto aqueles automobilistas que se colam a mim na estrada, ande eu depressa ou devagar. Normalmente tento evitar esses lambe-cús encostando à direita e deixando-os passar quando tal é possível. Mas os lambe-cús da política piam mais fino.
Conheço quem ande a lamber o cú de alguns políticos. Não sei se os anús cheiram bem ou mal, nem isso interessa. Um verdadeiro lambe-cús da política não se preocupa com isso.
Em política, o dono do cú lambido não se encosta à direita para deixar passar. Gosta de sentir alguém a passar a língua pelo traseiro. E isto não tem nada de depravação ou tendência sexual. É um estado de espírito.
Mas os lambe-cús não se resumem apenas à política. Existem em todas as áreas onde lamber um cú possa trazer vantagens.
Por exemplo, certos economistas e advogados passam muito bem a língua no traseiro de reconhecidos detentores de riqueza, vulgo empresários com nomes idiotas e consoantes repetidas no apelido. E fazem-no tanto que o acto já mereceu denominação em inglês técnico, que como se sabe é o idioma falado nessas classes profissionais para além do português arrastado (quem não souber o que é o português arrastado, tente ouvir o António Mexia a falar). Assim o termo licking assholes vai ganhando o seu espaço no meio dos vendings, marketings, tradings, sellings, business, crashings, e fica bem em reuniões de alto nível e cocktails com tostas de maionese e atum.
Mas existem alturas mais propícias aos praticantes de licking asshole. Em propaganda eleitoral estes desportistas enxameiam os candidatos, fazendo fila com a língua de fora especialmente quando as televisões estão no ar. Aí sim, o acto de lamber um cú em público pode tornar-se uma mais valia para o futuro. Mais tarde alguém se há-de lembrar se precisar de um cú bem lambido.
Por isso é que os detentores do poder andam sempre de cú bem lavado, que dá muito jeito quando as coisas começam a cheirar mal. Juiz que se preze nunca condenará um cú asseado, mas um lambe-cús pode ficar em prisão preventiva. O que me parece injusto, visto que usar a língua é muito mais perigoso que dar o cú. E não estou a falar dos que o fazem por prazer, refiro-me aos que se põem a jeito.
Mas isso são outras histórias.
Publicado também aqui
quarta-feira, janeiro 12, 2011
quinta-feira, novembro 11, 2010
quarta-feira, novembro 10, 2010
ATÉ QUE ENFIM ! A crise explicada pela TM
De facto, este blog não tem interesse nenhum, ninguém, ou quase, escreve aqui, e o que publicamos não presta para nada. Mas este é o "Cagatório da TM", donde é mesmo assim e ponto final.
Eu próprio tenho andado arredado deste blog, não por falta de assunto, mas antes porque me ausentei em viagem transcendental desde que a "crise" assentou arraiais. Achei por bem aguardar para ver o que isto dava quando a "crise global" obrigasse a justificar a "crise" neste país, ou seja, até que chegássemos ao "país crise". E chegámos. Claro que sempre vivemos em crises, daí já estarmos habituados e nem sentirmos orgulho nacional se não tivermos uma crise em cima.
Mas agora temos uma a sério, daquelas que fazem um bom título para um livro, do tipo "Crónica De Uma Crise Anunciada". Agora temos a certeza que dentro de alguns meses a crise anunciada passa a ser não do país mas das pessoas que se dão pelo nome de portugueses, excepto para os já desempregados, para os pobretanas, para os velhos, para os que já andam na sopa dos pobres. E claro para aqueles que vivem à custa das crises e cada vez estão melhores.
A crise anunciada vai chegar quando os funcionários públicos e outros virem diminuido o valor no verbete do ordenado, quando forem à farmácia e tiverem de pagar um balúrdio pelos medicamentos fundamentais, quando tiverem de entregar a casita comprada ao banco por falta de pagamento, quando o fisco lhes retirar o carrito comprado a prestações ou com o dinheirito que uma tia-avó da província lhes deixou por morte.
A crise anunciada vai chegar no rigôr do inverno, quando o tempo obriga a um ar macambúzio e a um desespero que só o sol pode apaziguar.
E tudo isto porquê? Claro, por culpa dos mercados. Eu sempre disse que os mercados deviam acabar e serem todos substituídos por supermercados. A culpa é das peixeiras deste país, dos vendedores de batatas e feijão a quilo, dos negociantes da couve-flor e rabanetes.
Mas o problema principal não são os mercados nacionais mas sim os do estrangeiro. Estes eu não conheço, mas sei que há um bem grande de flores na Holanda e outro ainda maior de petróleo em Londres, e na amérdica nem faço ideia de quantos haverá. De certeza que não têm peixeiras a regatear o quilo da sarda ou vendedores a venderem um quilo de feijão-frade por oitocentos e cinquenta gramas. Nesses do estrangeiro os vendedores são profissionais honestos e não brincam em serviço nem andam aos beijinhos ao Paulo Portas.
Com o anúncio da crise que aí vem, a inventividade deste povo luso foi mais uma vez posta à prova e provou ser capaz de inventar os pec´s e os orçamentos nacionais como mais ninguém ousaria descobrir. Porque a massa não nasce do céu, excepto para alguns iluminados pelas sagradas escrituras que fazem milagres que até o deus deles coraria de vergonha, a crise anunciada obriga aos que tiveram o infortúnio de decidir pelos outros a tomarem medidas, ou melhor, a inventarem uma vez mais novas medidas. Assim, um quilo passa dentro de meses a valer menos que mil gramas, o metro passa a ter oitenta e sete centimetros, o cavalo passa a burro e até mil passa a quinhentos e setenta. Os cortes orçamentais anunciados vão levar ao anúncio dentro de meses de falta de verbas para o ensino, para a cultura, para a saúde, para a segurança social. Afinal coisa menores, pois os bancos e os donos do país não serão molestados e continuarão a assegurar um futuro promissor, aliás, como sempre têm sido o garante de mais e melhor país.
Como os tais mercados são zelosos com o bem público dos países, e em especial com o nosso, pois não se esquecem que fomos nós, os portugas, que inventaram o sistema monetário e demos novos mundos ao mundo, irão continuar a dar boa ajuda e daí a uns meses os nossos não menos zelosos decisores lá terão de inventar mais uns pec´s e orçamentos rectificativos que, finalmente, retirem por completo os orçamentos aos diversos sectores despesistas, tipo saúde, ensino, cultura e apoios sociais. Então sim, o país começará finalmente a traçar o futuro para que está destinado, sem mais mas nem meio mas. Uma colónia com assinatura reconhecida da germânica imperial e até com sorte, mais um estado da unidade amerdicana. E se formos rápidos, ainda teremos a senhora Merkel e o Obama a virem inaugurar o TGV.
Até que enfim!
Eu próprio tenho andado arredado deste blog, não por falta de assunto, mas antes porque me ausentei em viagem transcendental desde que a "crise" assentou arraiais. Achei por bem aguardar para ver o que isto dava quando a "crise global" obrigasse a justificar a "crise" neste país, ou seja, até que chegássemos ao "país crise". E chegámos. Claro que sempre vivemos em crises, daí já estarmos habituados e nem sentirmos orgulho nacional se não tivermos uma crise em cima.
Mas agora temos uma a sério, daquelas que fazem um bom título para um livro, do tipo "Crónica De Uma Crise Anunciada". Agora temos a certeza que dentro de alguns meses a crise anunciada passa a ser não do país mas das pessoas que se dão pelo nome de portugueses, excepto para os já desempregados, para os pobretanas, para os velhos, para os que já andam na sopa dos pobres. E claro para aqueles que vivem à custa das crises e cada vez estão melhores.
A crise anunciada vai chegar quando os funcionários públicos e outros virem diminuido o valor no verbete do ordenado, quando forem à farmácia e tiverem de pagar um balúrdio pelos medicamentos fundamentais, quando tiverem de entregar a casita comprada ao banco por falta de pagamento, quando o fisco lhes retirar o carrito comprado a prestações ou com o dinheirito que uma tia-avó da província lhes deixou por morte.
A crise anunciada vai chegar no rigôr do inverno, quando o tempo obriga a um ar macambúzio e a um desespero que só o sol pode apaziguar.
E tudo isto porquê? Claro, por culpa dos mercados. Eu sempre disse que os mercados deviam acabar e serem todos substituídos por supermercados. A culpa é das peixeiras deste país, dos vendedores de batatas e feijão a quilo, dos negociantes da couve-flor e rabanetes.
Mas o problema principal não são os mercados nacionais mas sim os do estrangeiro. Estes eu não conheço, mas sei que há um bem grande de flores na Holanda e outro ainda maior de petróleo em Londres, e na amérdica nem faço ideia de quantos haverá. De certeza que não têm peixeiras a regatear o quilo da sarda ou vendedores a venderem um quilo de feijão-frade por oitocentos e cinquenta gramas. Nesses do estrangeiro os vendedores são profissionais honestos e não brincam em serviço nem andam aos beijinhos ao Paulo Portas.
Com o anúncio da crise que aí vem, a inventividade deste povo luso foi mais uma vez posta à prova e provou ser capaz de inventar os pec´s e os orçamentos nacionais como mais ninguém ousaria descobrir. Porque a massa não nasce do céu, excepto para alguns iluminados pelas sagradas escrituras que fazem milagres que até o deus deles coraria de vergonha, a crise anunciada obriga aos que tiveram o infortúnio de decidir pelos outros a tomarem medidas, ou melhor, a inventarem uma vez mais novas medidas. Assim, um quilo passa dentro de meses a valer menos que mil gramas, o metro passa a ter oitenta e sete centimetros, o cavalo passa a burro e até mil passa a quinhentos e setenta. Os cortes orçamentais anunciados vão levar ao anúncio dentro de meses de falta de verbas para o ensino, para a cultura, para a saúde, para a segurança social. Afinal coisa menores, pois os bancos e os donos do país não serão molestados e continuarão a assegurar um futuro promissor, aliás, como sempre têm sido o garante de mais e melhor país.
Como os tais mercados são zelosos com o bem público dos países, e em especial com o nosso, pois não se esquecem que fomos nós, os portugas, que inventaram o sistema monetário e demos novos mundos ao mundo, irão continuar a dar boa ajuda e daí a uns meses os nossos não menos zelosos decisores lá terão de inventar mais uns pec´s e orçamentos rectificativos que, finalmente, retirem por completo os orçamentos aos diversos sectores despesistas, tipo saúde, ensino, cultura e apoios sociais. Então sim, o país começará finalmente a traçar o futuro para que está destinado, sem mais mas nem meio mas. Uma colónia com assinatura reconhecida da germânica imperial e até com sorte, mais um estado da unidade amerdicana. E se formos rápidos, ainda teremos a senhora Merkel e o Obama a virem inaugurar o TGV.
Até que enfim!
quarta-feira, outubro 27, 2010
Este post não tem mesmo interesse nenhum...
É sabido que o desaparecido rei D. Sebastião criou o seu prório mito. E que volta não volta lá temos que levar com o mito (salvo seja) quer em forma de Salazar, que no entender de alguns salvou a pátria, quer agora na forma de Cavaco, que, segundo outros, vai salvar a pátria. Mas de facto isto não me interessa para nada.
Voltando ao D. Sebastião, que foi rei com a módica idade de 14 anos, que foi piamente educado segundo os canones ultra-católicos em voga na época, que como qualquer jovem do século XVI sonhava com heróicos feitos militares, que segundo boatos morreu virgem, ou por opção ou por ter preferências não heterodoxas mal assumidas, enfim este reizinho deitou tudo a perder lá pelo norte de África, onde os mouros lhe fizeram a folha, deixando Portugal sem rei e entregue à barbárie castelhana, por antecipação à profecia de Saramago. Mas de facto, este episódio da História não me interessa para nada.
É sabido que o mito sebastiânico incomodou de tal forma o rei sucessor, Filipe I, (II em Castela) que o homem passou-se e fez entregar em Lisboa um corpo supostamente do rei ausente, seu sobrinho e Sebastião de nome. Ora apesar de na época ainda não existirem testes de ADN, a populaça não acreditou na coisa, e preferiu continuar a arcar com a canga do Desejado em cima do pelo. Este corpo sem nome continua sepultado algures nos Jerónimos e a alimentar as mentes esfrangalhadas dos autótones. Mas isto tem de facto alguma importância?
O que é importante é que se D. Sebastião fosse mulher, teria concerteza as mamas grandes. E um rei, ou por outra, uma rainha, com as mamas grandes, daria de certo um bom governante e teria deixado os marroquinos em paz. E mesmo que tivesse desaparecido em qualquer batalha da treta, sempre era melhor os portugueses suspirarem por uma rainha com as mamas grandes do que por rei efeminado, beato e imberbe, ou por um economista arrogante, convencido e incompetente.
E isto é realmente o que interessa.
sexta-feira, outubro 08, 2010
E agora uma lição de antropologia
Deve ser giro conviver com a burguesia que alterna (literalmente) o poder neste país. Tratam-se por você, ronronam de prazer enquanto se cumprimentam só com um beijo na face, passeiam os audis e armanis por festas, encontros, inaugurações e jantares, discutem a sua política como se o povo fosse uma entidade abstrata algures entre plutão e a nebulosa de andrómeda, aproveitam as circunstâncias para planearem o seu futuro ou de familiares próximos em cargos relevantes de empresas públicas, público-privadas, ou simplesmente privadas, põem-se a jeito do putativo futuro 1º ministro na esperança de obterem dividendos, ou simplesmente notoriedade para planos futuros. Geralmente exibem um penteado de risco ao lado com o cabelo a tapar as orelhas e a cobrir parte da testa (os mais novos), ou compensam a falta de cabelo com uns caracóis a cobrirem a parte de trás do colarinho, o que lhes dá um ar supostamente marialva (os mais velhos). Já os de meia idade apresentam uma sobriedade que lhes dá um ar mais respeitável, qualidade imprescindível para ascenderem a secretário de estado ou mesmo ministro.
Estes seres camaleónicos, que dão pelo nome de democratas-cristãos, liberais, sociais democratas e até socialistas, enxameiam as catacumbas do poder sempre que o cheiro da podridão lhes roça pelas ventas.
São os chamados abutres do regime, ou hienas do erário público. Não fosse este senão e seria um divertimento perfeito assistir ao convívio macilento entre estes espécimens.
Desde que estivessem devidamente enjaulados, está bom de ver.
Publicado também aqui
Estes seres camaleónicos, que dão pelo nome de democratas-cristãos, liberais, sociais democratas e até socialistas, enxameiam as catacumbas do poder sempre que o cheiro da podridão lhes roça pelas ventas.
São os chamados abutres do regime, ou hienas do erário público. Não fosse este senão e seria um divertimento perfeito assistir ao convívio macilento entre estes espécimens.
Desde que estivessem devidamente enjaulados, está bom de ver.
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quarta-feira, setembro 01, 2010
De volta à latrina
Depois de uma ausência de apenas duas semanas, contrariando o sábio conselho de s. exa o sr. presidente da república de sofrer as férias cá dentro, cá estou de volta à latrina a que chamam país. Já me tinha esquecido das ultrapassagens à queima, do carro colado à minha traseira, dos excessos de velocidade, das manobras perigosas, da caça à multa, da má sinalização, das dezenas de carros engalfinhados na A25. E também dos incêndios, do desemprego crescente, dos despedimentos por sms, dos comentadores políticos, desportivos e outros atrasados mentais, do futebol, da sra. de fátima, da casa pia, do freeport, dos escroques de pacotilha que passam por políticos, dos políticos que são escroques de pacotilha, dos teóricos economistas cheios de vento e soluções milagrosas, e de tudo o mais que deixa um rasto de merda que nem o cif limão consegue limpar.
Cá vamos cantando e rindo…
quinta-feira, agosto 19, 2010
Quem disse que já não existem tripulantes?
Já vem com atraso esta notícia (férias oblige!) mas não podia deixar de a salientar aqui, quando ainda por cima o escritor tem o apresentador que tem...
quinta-feira, agosto 05, 2010
Sobre viventes
Seremos? Será que os tripulantes conseguem dar a volta por cima (delas ovcórsse).
Felizmente o 2º remador já voltou a dar as suas belas cagadelas.
Então e o assador-mor que nada faz porque tb não escreve mais qq coisa.
De mim já sabem a opinião - a caneta não é mais forte que uma boa espingarda e um tiro nos cornos desta cambada política TODA. E por arrasto também a uns gestores-boys incompetentes e corruptos.
Se os bins-ladens e respectivos "terroristas" não fossem paus mandados dos donos financeiros do mundo, faziam-se era explodir junto aos foruns do G7, G8, G20, etc. e não junto ao Zé Povinho - este já leva dos políticos, dos patrões, dos padres e, às vezes, também da mulher.
O Timoneiro
Pos-scriptum (e nunca PS) - com os detectores de palavras "chave" dos amerdicanos, ainda me apanham pelo que escrevi e vou parar a Guantanamo (ou equivalente) - portanto se não escrever mais já sabem onde estarei ..... de férias.
Felizmente o 2º remador já voltou a dar as suas belas cagadelas.
Então e o assador-mor que nada faz porque tb não escreve mais qq coisa.
De mim já sabem a opinião - a caneta não é mais forte que uma boa espingarda e um tiro nos cornos desta cambada política TODA. E por arrasto também a uns gestores-boys incompetentes e corruptos.
Se os bins-ladens e respectivos "terroristas" não fossem paus mandados dos donos financeiros do mundo, faziam-se era explodir junto aos foruns do G7, G8, G20, etc. e não junto ao Zé Povinho - este já leva dos políticos, dos patrões, dos padres e, às vezes, também da mulher.
O Timoneiro
Pos-scriptum (e nunca PS) - com os detectores de palavras "chave" dos amerdicanos, ainda me apanham pelo que escrevi e vou parar a Guantanamo (ou equivalente) - portanto se não escrever mais já sabem onde estarei ..... de férias.
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